quinta-feira, 17 de maio de 2007

Widget Planetgeek

Tal como foi anunciado no blog oficial do Planetgeek, foi lançada a widget do Planetgeek.
Deixo aqui uma versão detalhada e ilustrada do modo de instalação desta widget em blogs do bloger.com, os passos são os seguintes:


  1. Selecionar a tab Template e dentro desta a opção Page Elements



  2. Na representação do layout da página seleccionar a opção Add a Page Element da área do site desejada, no exemplo a zona utilizada foi a barra do lado direito



  3. No popup de escolha do tipo de elemento de página seleccionar a opção HTML/Javascript



  4. Na caixa de texto introduzir o título que quer que apareça na página e na área de texto em baixo o javascript que gera a widget:
    <script type="text/javascript" src="http://www.planetgeek.org/pgeekrss"></script>



  5. Para utilizar a CSS default fornecida pelo Planetgeek, escolher a tab Edit HTML e colocar no head do HTML a chamada ao CSS:
    <link href="http://www.planetgeek.org/pgeekrss/pgwidget.css" rel="stylesheet" type="text/css" />




Existe ainda a opção de arrastar o "Page Element" criado dentro do layout da página para definir a sua posição. No caso da wiget visível aqui no Repeat Until Keypressed, utilizo uma versão alterada dos estilos originais introduzidos na template dentro das tags <style> no head do blog em lugar da chamada ao CSS original.

É hoje, é hoje...

Hoje celebra-se o Dia da Internet, e estando este blog, lá... ou cá, não podia deixar passar esta data em branco!

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Acho que veio para ficar

Mais uma aplicação para a barra do menu do Mac, Process Wizard, o mais inútil é que permite fazer o force quit (kill) a aplicações directamente dali, a feature que me parece mais útil é a de permitir definir níveis de prioridade para cada aplicação.
E com esta já são tantas transformações na minha barra do menu que qualquer dia tenho que repetir o post sobre o que tenho na barra do menu, é que desde essa altura até uma reinstalação do sistema já tive.

Fica a ameaça ;)

sábado, 12 de maio de 2007

Top 10 Mac utilities by lifehacker

Este artigo no lifehacker, para mim tem bastante interesse porque me levou a instalar 3 aplicações no meu computador e aconselha mais 3 que eu já estava a utilizar.
As novas aplicações que instalei são as seguintes:

  • Ejector - Normalmente depois de instalar uma aplicação lá ia eu ao finder desmontar o dmg, por vezes alguns ficavam montados, esquecidos. Esta aplicação permite um acesso rápido a estas acções.

  • AppDelete - Não sei bem como, mas é suposto remover tudo o que uma aplicação instala, a médio/longo prazo espero ver os efeitos da sua utilização.

  • RCDefaultApp - É um painel de controlo que fica disponível no system preferences e controla muito mais do que file associations. Permite controlar, handlers para protocolos, file types, extensões, mime types, etc... Foi a aplicação que mais me impressionou destas 3 e era a única da qual nunca tinha ouvido falar. Aconselho.


As aplicações que já utilizava antes são as seguintes:

  • Magical - Foi o melhor relógio/calendário que encontrei para a barra do menu até hoje.

  • Growl - É uma daquelas que instalei só porque precisava de algo que me avisasse dos e-mails, e depois descobri que se vai tornando indispensável em muito mais situações. Permite inclusive enviar ou receber notificações via rede.

  • Quicksilver - Também só o instalei para ter uma forma rápida de lançar aplicações, e agora uso-o até para fazer uma sandes mista! Nem tenho descrição para o que é o Quicksilver, mas diria que é A aplicação para Mac.


O Hazel, já tinha sido aqui referido há uns meses e nunca "passou o teste", porque folder actions é algo que o sistema traz de raiz e não me parece que se justifique pagar por uma aplicação que o que traz de novo é um interface gráfico drag & drop para isso.

Acertar seis em dez, parece-me tornar este artigo interessante. Ainda não tive tempo de ver as aplicações sugeridas nos comentários, mas se alguma me convencer, concerteza a irei referir aqui.
Os links para aplicações aqui referidas estão todos disponíveis no artigo original.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Get up, Stand up...

Safari Stand, lá teve que ser. Não queria estar a instalar muitos plugins e coisas que me pudessem enterrar o computador. Mas lá teve que ser.
É daquelas que eu também já não me lembrava que era feito por um plugin e já pensava que era uma feature do Safari, mas o Stand tratava de me permitir fazer pesquisas sem ter que pressionar uma tecla ou combinação de teclas antes da pesquisa, garantia-me que não havia cá sites a abrir em nova janela mas sim em nova tab, permite-me mudar de tab com a roda do mouse, dá-me a opção de limitar algumas features do Javascript que não me agradam muito (tipo alterações à status bar), activar o menu de Debug do safari e que é tanto quanto sei a única maneira de aceder à consola de debug de Javascript, salvar a sessão e restaura-la, sintaxe highlight do source, introduzir alterações a sites, e várias outras features que não utilizo.
Felizmente o iBackup também salvou as preferências deste plugin.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Controlar o iTunes a partir do Quicksilver

Eu costumo controlar o iTunes a partir do Quicksilver, Utilizo maçã-p para play/pause, maçã-<seta para a esquerda> para mudar para a música anterior e maçã-<seta para a direita> para mudar para a seguinte, as restantes acções tenho-as desactivadas.
Felizmente esta foi uma das coisas que na reinstalação ficaram a funcionar porque o iBackup salvou-me a configuração do Quicksilver. Mas ainda hoje quando passei as primeiras músicas para o iTunes estava a pensar como já não me lembrava como tinha configurado isto. E não é tarde nem é cedo, no LifeHacker, lembraram-se de o explicar. Creio que foi mesmo assim que eu configurei o meu.

Outra maneira de sincronizar contactos com o Gmail

Aqui está mais uma alternativa para sincronização do Address Book com o Gmail.

I wasn't expecting the spanish inquisition!

O lado bom (ou mau) de uma instalação é que nos relembram daqueles programinhas que estão lá mas que nem se nota, tal é a sua integração com o sistema, ou no caso que vou falar com o safari.
Estou a falar do Inquisitor, do mesmo autor do Acquisition e do NewsFire que como é habitual no software deste autor, tem uma integração perfeita com o sistema.
O Inquisitor faz um auto-complete às pesquisas feitas na caixa de pesquisa do safari.
Agora, que me lembre, já só me falta descobrir como é que tinha feito para fazer pesquisas no safari (não na web através do safari mas no texto da página actual) sem ter que pressionar maçã-F, e como é que tinha feito para forçar o a abertura em tabs das páginas que insistem em ir para uma nova janela.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Edit in TextMate...

O TextMate serve para muita coisa, bastante mais do que só para programar. Por vezes utilizo-o para escrever e-mails e praticamente todos os posts que escrevo para o blog são feitos no TextMate.
Para facilitar este tipo de coisas existe uma feature interessante que é o "Edit in TextMate..." normalmente alcançado através de uma opção num menu, Edit->Edit in TextMate, no caso do safari, ou através de um shortcut, regra geral ctrl-maçã-E. Quando utilizada esta opção, as alterações guardadas no TextMate propagam-se imediatamente para o software onde foi invocada esta opção. No caso dos posts para o blog, é só selecionar a área de texto no backoffice do blogger onde se escrevem os posts, activar a opção, editar no TextMate, salvar e fazer submit.
Mas... esta opção não é instalada imediatamente quando se instala o TextMate, e só me lembrei disso quando ao escrever o post anterior o ctrl-maçã-E não fez nada. O procedimento para que esta opção fique disponível em várias aplicações é o seguinte. Aceder ao menu Bundles->TextMate->Install "Edit in TextMate"..., isto fará aparecer uma janela com um texto explicativo sobre esta opção.



Nesta janela, no ponto 2 encontra-se um botão com o rótulo "Create Symbolic Link", é aqui que devemos carregar. Tal como escrito por baixo do botão, as alterações ao menu da aplicação só estarão disponíveis após reiniciar a aplicação.
É aconselhável a leitura do ponto 3 para quem queira que esta opção não se propague para alguma aplicação em particular, e do ponto 4 para permitir definir o "modo" em que o TextMate vai abrir em determinado contexto (por exemplo no caso dos posts no blogger o modo será o "Blog -- HTML").

Que maravilha!!!

Hoje não podia passar sem que eu falasse do iBackup. Ontem instalei de novo o meu Mac, já há alguns meses que andava a ameaçar porque tinha o disco cheio e nem sabia bem de com o quê.
Antes de instalar, peguei no iBackup, criei um profile chamado "full backup" onde escolhi tudo o que era preferências, algumas pastas que continham coisas que não queria perder, mail, lib do iPhoto e até algumas aplicações.
Como se pode ver no screenshot, onde a selecção é a que veio por defeito e não a que fiz para o meu backup, o processo de selecção do que vai para o backup e do que não vai é muito simples.



Após a instalação do sistema, instalei também o iBackup e utilizei o profile "restore" para seleccionar o que queria restaurar do backup que tinha feito, que neste caso era tudo. Após esta tarefa o sistema estava impecável, as definições todas recuperadas, tal como os dados. Os bookmarks e até histórico do safari foram recuperados, o wallpaper do desktop, os mails, filtros e até as configurações do Mail Act-on, as configurações do terminal, do Adium, incluindo o icon que eu tinha mudado, as configurações do quicksilver, as configurações do TextMate e até o registo do mesmo, etc...
Simplesmente espectacular, em poucos minutos tinha o sistema quase como estava antes da reinstalação. O iBackup está lá em cima na minha lista de aplicações indispensáveis!

terça-feira, 8 de maio de 2007

Things I can do in Linux that I can't do on Windows.

Uma das primeiras coisas que me lembrei quando li isto foi exactamente o ponto que eles referem.
Já tive que instalar alguns servidores em série e só tive que usar um scp para mandar os ficheiros de configuração do primeiro para os seguintes, a home do meu computador de casa está numa partição à parte e há 2 ou 3 anos que as configurações têm sobrevivido instalações de novas versões do ubuntu, a mais recente há menos de uma semana.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Synergy

Há uns dias, quando escrevi um post sobre o que tinha na minha barra de aplicações, descobri através da barra do autor do blog 43folders, Merlin Mann, que ele corria um software chamado Synergy para utilizar o mesmo rato e teclado em vários computadores.
Entretanto investiguei e descobri que é um software bastante interessante que permite partilhar o teclado e o rato por vários computadores, mesmo que estes corram sistemas operativos diferentes e só requer que ambos estejam ligados por rede ethernet.
Homepage do projecto aqui.

Restart now?

Ainda há uns dias, aquando do último update ao Quicktime eu pensei que já era exagero um restart só para fazer um update a um player. Hoje confirmei que afinal, não sou o único!
Por outro lado, tal como alguém, que usou windows até recentemente, diz nos comentários ao artigo, o pessoal que já não utiliza windows há uns anos (8 no meu caso) acaba por se esquecer da quantidade de restarts que se tem que fazer no windows.

O jeito que isto me teria dado há uns tempos.

Não tive ainda oportunidade de experimentar, mas é coisa para ficar nos bookmarks porque já precisei e concerteza voltarei a precisar em breve. Falo claro desta dica que encontrei a partir do slashdot sobre migração de bases de dados MySQL sem perder os caractéres especiais.

Aproveito para dizer aqui também que entretanto, desde o último post a dizer que foram ultrapassadas as 50 visualizações, voltou-se a bater outro record. Sábado foi ultrapassada a barreira das 60 visualizações, chegando às 61.
Reparei entretanto que uma das visitas marcadas no mapa publicado no sábado está nas Filipinas e duas na Malásia, que são no continente asiático, sendo assim não são 4 os continentes pelo qual se dividem as visitas mas sim 5.

sábado, 5 de maio de 2007

O record dos pobres

Ontem, penso que pela primeira vez, o Repeat Until Keypressed ultrapassou as 50 visualizações.
Deixo aqui um screenshot do mapa com a distribuição geográfica desta semana e que abarcou 4 continentes.

Ubuntu

Estive a instalar o Ubuntu 7.04. A instalação foi feita para substituir a versão anterior do Ubuntu que já tem estado há uns bons tempos no meu desktop PC.
A instalação não teve um bom começo. Logo no momento de escolher o tipo de arranque o, na altura ainda não o sabia mas veio a revelar-se mais tarde, LiveCD não detectou o meu teclado wireless USB, logitech. Falha grave, há 4 ou 5 anos seria admissível, hoje em dia não. Felizmente a opção que necessitava era a default, e foi só esperar que o tempo para escolher terminasse.
O meu PC já tem uns anos, já que o meu investimento em vez de ser num upgrade foi na compra de um Mac, e o LiveCD demorou alguns minutos para arrancar. Nada de muito estranho, mas já se estranha que nem um cursor a indicar actividade tenha aparecido, simplesmente um fundo castanho-alaranjado e um cursor em forma de seta. Por esta altura já se confirmava que o rato estava a ser detectado.
Ao fim desse período de espera surgiu uma mensagem a dizer "There was an error starting the GNOME Settings Daemon". Pelo restante conteúdo da mensagem fiquei com a ideia que a situação poder-se-ia manter após a instalação, por esta altura comecei a pensar se não teria por engano gravado o LiveCD já que tudo indicava que o GNOME estava a arrancar a partir do próprio CD. Pouco depois a minha dúvida foi esclarecida, de facto era um LiveCD, mas que traz um programa de instalação que se corre a partir do GNOME como se faz com qualquer outro software.
Fiz então duplo clique sobre o icon para arrancar o programa de instalação, não aconteceu nada, ou se aconteceu mais uma vez não houve indicações que estava a acontecer, depois de algumas tentativas, aparentemente frustradas tentei clicar com o botão do lado direito e no menu de contexto escolhi a opção "open", ao contrário do que acontece no GNOME depois de instalado, isto demorou uns segundos a desenhar o menu no ecrã. Esperei mais um pouco e concluí que algo devia ter resultado pois na barra do fundo apareceu a indicação que o software estava a arrancar. Estava com receio que as várias tentativas resultassem em várias instâncias do instalador, mas isso não aconteceu.
Segui com a instalação, tudo foi correndo bem, até que cheguei à parte em que tinha que particionar o disco. Como disse anteriormente estava a reinstalar um computador que já continha uma instalação prévia e a minha intenção era manter as partições, formatando algumas delas (/, /boot e a swap). Descobri nesta altura que me tinha esquecido de verificar qual era a partição correspondente às "homes", que eu queria manter sem formatar. Felizmente como estava em ambiente LiveCD não tive que interromper a instalação para o fazer (se bem que já há muito que quase todas as distribuições trazem pelo menos uma consola activa que nos permite fazer coisas deste tipo).
Depois disto foi deixar correr, esteve mais de uma hora a instalar, mas tudo correu bem à primeira. Ao contrário do que aconteceu quando fiz o upgrade para a versão 6.xx desta vez não notei a perda de performance enorme que aconteceu então.
Na utilização já detectei algumas correcções de bugs e vários melhoramentos nos interfaces de configuração do desktop.
Agora já só me falta descobrir como é que removo a porcaria da applet "Network Manager" que não me serve para nada e não consigo encontrar maneira de a desactivar.

PS: Entretanto descobri como remover o "Network Manager", num procedimento digno de ter sido inventado pela Microsoft para o seu Vista, em vez da opção "Remove from panel..." como aparece no menu de contexto de outras applets a única forma que encontrei para remover esta foi ir ao menu "System->Preferences->Sessions", escolher a tab "Startup Programs" e des-seleccionar a opção "Network Manager".

sexta-feira, 4 de maio de 2007

E desde há bocado...

... já houve alterações! Acabei por retirar o VirtueDesktops para dar uma oportunidade ao SpiritedAway. Tenho ideia que o VirtueDesktops seria o culpado de alguma lentidão que tenho sentido ultimamente e ainda por cima não funcionavam muito bem juntos. Por outro lado o VirtueDesktops tinha ainda alguns bugs principalmente na gestão das aplicações que só é suposto abrirem num desktop específico.

Aprende com os chineses!

Há uns dias ouvi na rádio um indivíduo, advogado, supostamente especialista em direito informático, a dizer que não percebia porquê que em Portugal os tribunais (????) ainda não tinham criado uma lista de sites aos quais devia ser bloqueado o acesso a quem aceda à internet a partir de Portugal.
Para esse senhor só tenho um conselho, ele que se informe com o governo Chinês quais as tecnologias necessárias para o fazer eficazmente porque eles são especialistas neste tipo de coisa, e se calhar que fique por lá já que tem tanto em comum com a ideologia desse estado.

E lá em cima, está o quê? [Actualizado]

Como na versão anterior me esqueci que havia pelo menos três utilitários que não estão no arranque e só aparecem depois de correr uma determinada aplicação aqui fica a correcção.
Inspirado no facto do Merlin Mann ter feito o mesmo, vou descrever o quê que eu tenho na minha barrinha do menu do meu Mac.


Da esquerda para a direita tenho:

  • O adium, quem já mexeu num Mac provavelmente conhece, é um cliente para vários protocolos de messeging, aqui mudo o estado das contas nos diferentes servidores, individualmente ou em grupo.

  • Basicamente uso o GimmeSomeTune para buscar automaticamente as letras das músicas no iTunes, a única aplicação que conheço que faz isto como deve ser (isto é, sem intervenção humana) para além desta é uma widget para o dashboard, e como o dashboard me enterra um bocado o computador..., só arranca quando o iTunes arrancar.

  • Desenvolvida pelo mesmo pessoal do quicksilver, esta também só arranca quando outra aplicação arrancar, o Terminal. Chama-se Visor, descrita no MacOSXHints como "Quake-like Terminal, invokable via a hot key", permite configurar uma tecla ou combinação para fazer aparecer uma janela do terminal em "shade" mantendo a aplicação actual activa, ainda não criei muito o hábito de aceder ao terminal por aqui.

  • O inevitável quicksilver, que dispensa qualquer tipo de apresentação.

  • Virtuedesktops, uma aplicação para suporte de múltiplos desktops em Mac OS X, talvez existam melhores, e de vez em quando tem dado alguns problemas, ainda estou a considerar fazê-la desaparecer.

  • Outro que dispensa apresentações, o Google Notifier.

  • MainMenu, uma aplicação para correr as tarefas de manutenção do sistema, dá um jeitão.

  • Esta vem com o sistema, e mostra o estado da bateria, já a tive a mostrar o tempo que a bateria ainda dura, mas acabei por remover essa opção porque o dropdown dá-me essa informação e assim poupo uns pixeis. Durante uns tempos utilizei o Slim Battery Monitor, mas fiquei com a impressão que a bateria se estava a desgastar mais, tal como o coconutBattery parece confirmar.


  • Segue-se o controlador de volume, este também vem com o sistema.

  • Depois vem o controlador do airport, que também vem com o sistema

  • Outra que vem com o sistema, o controlador do bluetooth, muito útil porque costumo sincronizar o telemóvel com o computador com alguma frequência.

  • O Magical, apesar de no site aparecer primeiro a versão alpha para download, por baixo está também a versão estável, permite um sem número de configurações e mesmo a versão alpha é bastante estável.

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Mais analytics

Uma coisa que gosto bastante de fazer é ver as estatísticas das keywords que trouxeram os visitantes até ao meu blog. Claro que encontro sempre algumas pérolas que gosto de partilhar.

  • Podemos começar por "fotos em blog marcos lopes" (podemos ignorar o "s" a mais porque me convém), a confirmar o meu estatuto de sex symbol já referido num post anterior

  • Eu sei que este blog não é "hardcore" de tecnologia mas desconhecer a existência dos cursores já e um bocado demais, pelo menos é o que depreendo daqui: " tecla para passar texto sem apagar o que la esta"

  • Há quem seja curto e grosso "estupidos"

  • Não é só "como encontrar ficheiro" que este precisa de saber, mas também como encontrar coisas na net!

  • Depois há quem queira saber "como passar um documento para o computador". Pelo menos sabe abrir o google.

  • Este concerteza queria encontrar o surfista... mas ficou-se pelo "texto prateado"

  • No meio daquelas 12 há sempre quem embirre com uma... este foi com a 5ª e vai de googlar "para que serve a tecla f5".

  • Há quem pesquise por "falta de memória", há quem se esqueça de mais coisas e pesquise por "quem sou eu afinal?", pelo menos não se esqueceu do ponto de interrogação no fim, não fosse o google não perceber que aquilo era uma pergunta.

  • Há sempre um... à procura de sexo, claro, esta é uma variante que eu desconhecia, "sex fwor"

  • Depois há sempre alguém que quer algo que faça alguma coisa em algum momento e que pesquisa algo como "combinacao de teclas e faz algo"

  • Para finalizar, a prova derradeira do meu estatuto de sex symbol, "www.sex simbol.com", não só é uma pesquisa idiota porque se se sabe o endereço não faz sentido ir para o google pesquisar e porque tem um espaço no meio do url, como mostra que uma pesquisa deste calibre vem parar aqui ao barraco comprovando assim o meu estatuto. Isto é que é ascenção!!!!


Depois de ver isto, temo que a maioria dos meus leitores venham cá parar por engano...
Bolas! E eu que achava que até havia gente interessada nisto!

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Uma aplicação que até pode ser gira

GCaldaemon, começa mal. E começa mal por um motivo. É em JAVA. E só esse motivo já traz pelo menos as seguintes desvantagens, mesmo acreditando no que dizem os programadores de JAVA em relação aos programas em JAVA já não serem lentos. O primeiro motivo é que a partir da altura em que corra uma aplicação JAVA no meu computador a performance desce drasticamente, como felizmente tenho vida própria isto é um problema já que o dinheiro que gasto não serve para comprar hardware para atirar a este tipo de problemas. O segundo motivo prende-se com a instalação do JAVA. No Mac essa situação é menos grave já que este traz o JAVA instalado de origem, mas em Windows ou Linux é um pesadelo. As versões do JAVA que normalmente acompanham as distribuições são regra geral alternativas ao JAVA da SUN e para variar não funcionam para as aplicações que foram desenvolvidas para este. Instalar o JAVA da SUN no Linux é um procedimento que já não tento há uns tempos mas que costumava implicar a remoção do próprio fígado utilizando para isso a espinha vertebral (a própria também, como é evidente) previamente arrancada com dolorosa violência. Em Windows o procedimento é mais fácil, mas requer uma coisa que também se tem que fazer em Linux, adivinhar entre 300 mil pacotes de instalação qual o J2#43fdsfs22upy0ur5 que afinal temos que instalar para correr a dita aplicação. Não, parece que o problema das linguagens interpretadas de ter que se instalar a linguagem para além da aplicação própriamente dita, coisa que já é complicada para o utilizador comum, não era suficiente para o JAVA, tinha que se complicar a coisa de modo a que quem não programe em JAVA não saiba o que raio precisa de sacar.
Ditas então as partes más que basicamente são "ser feito em JAVA", vamos ver as partes boas que são "o conceito". O conceito é excelente e acaba com as sincronizações através do procedimento "exporta para CSV, vai ao import contactos por CSV", a aplicação permite sincronizar bi-direccionalmente o calendário, os contactos, etc... sem que tenhamos que andar a passear ficheiros CSV de um lado para o outro. Em teoria é uma grande aplicação. Na prática... o tempo o dirá!

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Pesquisa na web via quicksilver

Hoje encontrei através do lifehacker um plugin para o Quicksilver, para fazer pesquisas na web.
É interessante, e supostamente permite pesquisa numa quantidade maior de websites do que o plugin que vem de origem, mas inactivo, Web Search Module (é só ir aos plugins e activar). Na minha opinião, não vale a pena utilizar o yubnub, o Web Search Module é mais fácil de configurar, e não necessita que o utilizador decore códigos correspondentes a cada website, se bem que os que vi no exemplo são intuitivos.

CSS Based forms!

Depois de ler isto num blog de um co-agregado do, passe a redundância, agregador de blogs Planet Geek, em conversa com um colega webdesigner, foi-me dado este link, bastante interessante para quem queira fazer uns formulários com um aspecto razoável.
Alguns mais engraçados, outros mais "bloated", mas há exemplos para todos os gostos...

sexta-feira, 13 de abril de 2007

All in one

Lá estive eu mais uns tempos sem actualizar aqui o sítio, e não há perspectivas de grandes melhoras, pelo contrário, umas férias lá para o fim do mês não só deixam antever a possibilidade de uma semaninha sem actualizações como também o regresso, como habitual não costuma ser favorável a actualizações por estes lados.
Mas hoje, arranjei uns minutinhos para finalmente experimentar o iGTD, que entretanto também já anda na boca do Merlin Mann. Esta experiência serviu para uma coisa, para eu concluir que tenho mesmo que aprender os básicos do GTD.
Como não sou o único a pensar que o GTD é algo que promete funcionar mas que não aprendeu ainda a usá-lo, o pessoal do LifeHacker apresenta uma rapidíssima introdução ao mesmo.

Já agora, num all in one vale sempre a pena puxar ao lado "fora dos computadores" do blog, e falar de um velho tema... a arrumação da carteira! Já várias vezes em conversas de café com amigos tem surgido a referência ao episódio do Seinfeld onde o George utiliza um molho de guardanapos para, quando se senta, equilibrar o alto que a carteira lhe causa no bolso de trás.
A minha é uma dessas... Infelizmente, as dica dadas no lifeclever, se bem que utilizem a mesma referência ao George Constanza que se aplica à minha carteira, na sua maioria não são aplicáveis ao meu caso, boa sorte com estas dicas aos colegas mamoth walletianos.

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Só mesmo por acaso!

Tudo começou porque eu ia experimentar o iGTD, estive a ver as características do programa, as features, etc... Agradou-me!
Fui experimentar, fiz o download e descobri que o acompanhavam 2 plugins. Um para o incontornável Quicksilver, e que ainda tenho que saber como funciona, outro para uma aplicação da qual estranhamente nunca tinha ouvido falar, o iBackup.
Com um nome destes não sei como me escapou durante tanto tempo, mas entretanto estive a olhar para ela e tive uma agradável surpresa.
O iBackup permite criar profiles e escolher o que será guardado nos backups executados por esse profile. Permite fazer backup de configurações, de documentos, de aplicações, etc...
Funciona por plugins e permite automatizar a frequência com que se faz os backups.
Ora, comecei logo aqui a pensar em finalmente implementar uma solução de backups. A ideia neste momento consiste em criar dois profiles. Um mais simples que corre automaticamente e que gera um backup de cerca de 200MB, que pode ser movido à mão ou também automaticamente para o disco externo. O problema é que ainda não comprei um disco externo para substituir o anterior que se foi.
O segundo profile consistiria num backup mais completo, que inclui a minha lib do iPhoto e que rondará os 6G, esse só seria feito quando o disco externo estiver ligado. Em relação à este segundo profile subsistem ainda algumas dúvidas. Eu tenho um rsync a fazer um mirror da minha lib do iPhoto (não é bem mirror porque nunca se apaga o que já está no backup), e não estou ainda certo se o segundo profile é melhor que esta solução.
Entretanto por coincidência no lifehacker, publicaram um artigo sobre backups completos no mac.

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Quick... bronze

Em algumas das várias vezes que já falei aqui no Quicksilver, sugeri aos utilizadores de Windows que utilizassem um software equivalente para atingir os mesmos resultados. A verdade é que vai para 8 anos que eu não utilizo um sistema Windows e portanto não tenho interesse em fazer essa pesquisa.
Entretanto, em dois dos locais habituais, tropecei nestes dois artigos seguintes:

Fracas ou não, é o que há e se conseguirem cumprir metade do que o Quicksilver faz já serão excelentes aplicações.

Já que estamos numa de Quicksilver aqui ficam mais quatro links, desta vez não para alternativas ao Quicksilver mas para artigos relacionados com o próprio:


Acho que chega de Quicksilver por hoje...

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Uma não novidade

Há já uns tempos que eu utilizo o corrector ortográfico do sistema no Mac OS X. O corrector funciona em praticamente todo o lado, desde as caixas de texto no browser, até ao Textmate, passando pelo Adium (cliente para vários protocolos de messengers). Em algumas aplicações, onde estes shortcuts não estejam já ocupados, a tecla Esc ou a tecla F5 mostram uma lista de possíveis completações (isto soa mal, mas o dicionário da priberam diz que está bem) para a palavra em questão (no Adium por exemplo o Esc serve para limpar tudo o que já escrevemos e só funciona o F5, no caso do Textmate não há auto-completação só correcção ortográfica, no safari funciona o F5 mas atenção aos que utilizam o safari stand, se quiserem usar esta feature têm que alterar o shortcut para a stand bar que vem configurada com o shortcut F5 por defeito).
Nunca me tinha ocorrido falar sobre isto, porque pensei que fosse do conhecimento geral de quem usa Mac OS X, mas, depois de ler isto achei que devia referi-lo aqui.

Espero bem que sim...

Primeiro a desconfiança... não se deve acreditar em tudo o que se lê no dia 2 de Abril! Ainda ontem não havia site, blog, portal ou qualquer outra porcaria que não tivesse por autoria própria ou ingenuidade do autor uma mentira de 1 de Abril. Depois olhei para a data! Ái... 29-03-2007, então deve ser verdade. Sendo a fonte uma revista de informática à portuguesa, a probabilidade de ser verdade é tão grande como se a data que lá está fosse 01-04-2007, mas vamos dar-lhe o benefício da dúvida, já que é uma boa notícia!
Então vai assim, lê-se no site da exame informática uma notícia que diz que a Dell (logo quem) decidiu começar a vernder PC's com Linux instalado após (preparem-se agora para a parte verdadeiramente chocante) um inquérito a 100 mil pessoas que revelou que 70% dos utilizadores de PC estão dispostos a usar Linux (infelizmente estou convencido que outro inquérito revelaria que a resposta seria outra se eles soubessem que têm que usar o cérebro).
A ver vamos o que isto dá! Demonstra bem o descontentamento que há nos utilizadores de Windows, mas tenho dúvidas que 1% destes 70% ainda utilizassem Linux ao fim de 2 semanas.

sexta-feira, 30 de março de 2007

Ái o pão às fatias...

Ou como montar um filesystem via SSH. Como editor de texto, eu utilizo o TextMate, é um execelente editor, mas... tem uma falha grave, falta-lhe o suporte para FTP.
A solução para este problema parece-me que passa por aqui.

Se bem me lembro, falta-me memória!

Por enquanto, visto estar com problemas de falta de memória no meu Powerbook, nem o vou fazer, mas assim que tiver feito o upgrade, aqui está algo que quero experimentar.

terça-feira, 27 de março de 2007

O outro "Geting Thing Done"

Afinal, existe outro Geting Thing Done.

sábado, 24 de março de 2007

Sugestão dos leitores

Sugerido pelo leitor Carlos num comentário ao artigo Linkzinhos de hoje deixo aqui hoje um link para o KeePass, é software livre e multi-plataforma.

sexta-feira, 23 de março de 2007

Rsync

Já há uns tempos expliquei por cá que utilizo um workflow feito no automator para correr uma linha de comando para chamar o rsync de modo a fazer backups de alguma da informação que mantenho no meu disco. Como é habitual neste blog, não entrei em promenores técnicos já que este blog é mais virado para a criação de ideias e conceitos do que para os detalhes técnicos da implementação.
Hoje encontrei no lifehacker um artigo sobre backups utilizando o rsync, infelizmente é Windows driven, mas tem um link para outro artigo mais genérico que é uma introdução ao rsync.

Linkzinhos de hoje

Duas aplicações interessantes que estão no Cool OS X Apps:

  • App Update, um widget que procura actualizações para o software instalado, excelente!

  • KeepPassX, eu nunca consegui gostar do interface do keychain nem da ideia de misturar as chaves que eu guardo manualmente com as que as aplicações guardam. Há uns tempos utilizei uma aplicação que entretanto perdi e nunca mais a consegui encontrar, principalmente porque não me lembro do nome. Finalmente uma aplicação que parece interessante para guardar usernames e passwords.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Olha o excesso de velocidade

Da próxima vez que estiveres a ler alguma coisa, toma cuidado com as multas, especialmente depois de conseguires fazer isto!

Afinal eu também sou um sex simbol

Há meia dúzia (está mais para meia meia dúzia) de dias criei um projecto no google analytics para monitorizar o tráfego no neste blog.
Ainda nem uma semana passou, e estava a ver as primeiras pesquisas no google que trouxeram gente cá, e o que descubro eu...



Ora aí está, qual Britney Spears, qual Johnny Depp! Em primeiro lugar... se bem que com uma só pesquisa! Afinal sempre há alguém que procura fotos minhas on-line!

PS: Peço desculpa pelo primeiro post off-topic que me lembro de ter publicado neste blog, mas esta estatística era boa de mais para resistir a publicá-la.

quarta-feira, 21 de março de 2007

11 maneiras de manter o mac mais rapidinho!

Aqui vão 11 maneiras para manter um Mac em forma sem ter que o levar para o ginásio!

Don't twow him to the fwor!!!

Ou não o atiles pala o chão!!! Atira-o para aqui.

Uma ideia azul...

Aqui está uma ideia que me agrada bastante, um apple script para activar o screensaver quando me afasto do computador e pedir a password quando me aproximo. Feliz ou infelizmente, ainda não percebi, também sincroniza o address book com o telémovel cada vez que eu regresso. Apesar de os manter sincronizados, não sei se quero que isso ocorra assim sem eu verificar antes que não estou a sincronizar dados corrompidos (talvez este medo se resolva com um backup diário automático do addressbook)!
Outro downside é ter que andar com o bluetooth ligado.

terça-feira, 20 de março de 2007

Afinal não sou só eu!

O Hawk Wings também andou fraco de actualizações, mas agora está de volta e já sugere um plugin para o iPhoto para envio de fotos via gmail!
Fala também de uma aplicação GTD que me dá uma imensa vontade de finalmente começar a dominar o GTD! Mas agora não posso que tenho que procrastinar aqui um bocado!

Isto é que é domínio!

Às vezes são tantos, e expiram todos em datas diferentes, e depois ainda há os logins e password, e essas tretas todas! Mais uma vez no cool OS X apps está um software para ajudar a lidar com estas coisas!

sexta-feira, 16 de março de 2007

Relembra-me que estou no mau caminho!

How to always remember GTD, relembra-me que cada vez que faço aqui um post sobre uma eventual solução para organização de ficheiros, de mails etc... estou no mau caminho! Ou assim o dizem por lá!
Pelas regras do GTD eu deveria estar a colocar essas tarefas em fila e executá-las em vez de passar o tempo a pensar que um dia vou tentar aplicar uma determinada solução.
Por outro lado devo admitir que apesar de já ter lido vários artigos sobre GTD, em sites diversos tais como o 43 folders, lifehacker, lifeclever, etc..., nunca li o livro do David Allen, e que a imagem que acompanha o post no lifeclever foi muito esclarecedora.

Dicas para o Address Book

Algumas dicas para melhorar a utilização do Apple Address Book!
Gosto especialmente a parte do "Hide Your Privates" que era o único motivo para eu não enviar a minha vCard com as minhas mensagens, já que eu não quero enviar o meu número pessoal de telemóvel ou mesmo o meu endereço para qualquer um.

terça-feira, 13 de março de 2007

Algo para fazer!

Something to do, há algum tempo descrevi por cá o sistema de backups que fazia para o meu disco externo de 300G que entretanto avariou. Alguns lembrar-se-ão que utilizava uma folder action (um apple script que corre quando algo se passa numa determinada pasta) para detectar que a drive externa tinha sido montada. Na prática a action era aplicada à pasta /Volumes e detectava a existência de uma nova directoria (o mount point) com o nome do volume de backups.
Esta aplicação, vem, aparentemente, facilitar essa tarefa.

Minhas fotos!!!

Quem lê este blog já deve ter percebido que eu tiro algumas fotos de vez em quando. A minha lib do iPhoto tem cerca de seis mil fotos e tem crescido rapidamente. Recentemente resolvi colocar algumas fotos no Flickr, criei uma conta mas ainda não coloquei nenhuma. Culpa da falta de tempo e vontade (é difícil ter vontade para andar a escolher fotos quanto temos sempre 300 mil coisas a cair-nos em cima). Entretanto encontrei no Cool OS X Apps este cliente flickr que me parece jeitosinho, assim que tiver disposição para finalmente fazer o upload de algumas fotos (o que não deverá acontecer nas próximas duas semanas) vou testar isto!

És organizadinho?

Então esta aplicação é para ti! Se não, então parece-me que é só mais um sítio onde espalhar o caos.

GTD on Hawk Wings

Mais um post com algumas dicas sobre GTD, desta vez no Hawk Wings, alguns links interessantes e como o fazer com o Mail.app e o iCal.

iPhoto Buddy

Ainda não me consegui decidir se vou alguma vez utilizar várias librarys no iPhoto ou se me vou manter com a organização actual. Se alguma vez me decidir a mudar, então esta aplicação vai dar muito jeito!

Metadata, outra vez!

Um link para a 4ª parte do artigo sobre metadata no The Apple Blog.

sexta-feira, 9 de março de 2007

E esta hien?

Afinal, o Mail.app também suportas exchange server. Aqui pode-se ver como fazer para o configurar. Para mim esta informação é totalmente inútil, mas sendo que o exchange surge frequentemente como justificação para o uso da desgraceira que é o Outlook, achei importante divulga-la aqui.

Há quem lhe chame o truque da vírgula!

Mais uma dica para o indispensável Quicksilver, desta vez através de um screencast do Merlin Mann, ele chama-lhe o...

..."The comma trick".
Atenção que não funciona se estivermos a utilizar o tema "menu", experimentei com todos os outros que vêm de origem e funcionou.

PDF's no iTunes

Penso que já tinha referido num post do ano passado, creio que um dos primeiros deste blog, o facto de, inesperadamente, o iTunes suportar o formato PDF.
Se considerarmos o iTunes como um "organizador" de media e não só um leitor de música, para além de o utilizar para organizar música e vídeos até pode fazer sentido utiliza-lo para organizar livros ou documentos escritos.
O lifehacker explica como o fazer.

Dive into code...

Se bem que perfeitamente dentro do âmbito deste blog, o post de hoje é link para um assunto muito mais específico do que é habitual. Hoje a organização estende-se ao código gerado durante a programação. Num artigo já com alguns anos, escrito por Bram Cohen, o criador do BitTorrent, fala-se de código de fácil manutenção.

quarta-feira, 7 de março de 2007

Encontrar ficheiros

Mais uma vez se discute, desta vez no lifehacker, qual o melhor sistema de organização para os ficheiros em disco. Eu já várias vezes me manifestei pelo "piling" se bem que nunca consegui migrar a 100% para uma solução deste género, provavelmente por preguiça e falta de organização. Por este último motivo, creio que cada nova discussão que surge se torna interessante porque pode consolidar a ideia de como criar uma organização coerente sem recorrer à tradicional e fraca organização por directorias.

terça-feira, 6 de março de 2007

Descobri a pólvora

Descobri a pólvora, ou melhor, apresentaram-ma! Um colega meu, também utilizador de Mac apresentou-me hoje a solução para um dos problemas referidos no post anterior, mais precisamente o da selecção da conta de envio no Mail.app.
Para variar a feature não falta no Mail.app, como aliás qualquer feature avançada que ao princípio pareça faltar.
O procedimento para que esta opção esteja disponível é muito simples e é a seguinte:
Dar um "Full Name" diferente a cada uma das contas. Se as contas de e-mail configuradas tiverem "Full Name" diferente, quando se cria uma mensagem, por baixo dos campos To:, CC:, BCC: e Reply To: (os dois últimos só aparecem se estiverem activados) aparece um drop down com a conta pela qual se quer enviar para escolher.
Por defeito, havendo várias contas com "Full Name" diferente este drop down aparece, mas no caso de não aparecer é possível e provável que seja só uma questão de activar o seu aparecimento utilizando o "customize" no drop down que está mais à esquerda, atenção que o campo account só aparece no customize também se existirem várias contas com "Full Name" diferente.

Vivo afinal...

Ao fim de uns dias parado, já que sempre que tenho uns dias sem trabalhar o regresso costuma ser esmagador, lá regressei, mais uma vez com uma toneladas de assuntos em atraso.
Posso começar por um link para um tutorial, entre aspas, de migração de mailboxes de outlook para o Maill.app, ideal para utilizadores acabados de migrar da plataforma Windows e que por algum motivo estranho utilizavam o Outlook.
Entretanto, no Hawk Wings alguém critica o Thunderbird e o Mail.app por não permitirem definir cores para mailboxes. Não estou a ver utilidade para uma feature deste género, mas admito que exista quem organize o seu e-mail por cores, eu pessoalmente só as utilizo para marcar estados de e-mails.
Entretanto, também no Hawk Wings, esta discussão já com um par de meses acaba por ter umas dicas mais interessantes nos comentários do que no próprio artigo. O comentário que me despertou mais o interesse diz o seguinte:
(...)Actually, this is not quite true…. You can simply specify multiple sender addresses in the “E-Mail Address” field of your primary account, separated by commas. When composing an e-mail, you will be able to select whichever address you like from the drop-down list.(...)

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

3 em 1

1 - Cool OS X Apps, estava um pouco descuidado, as actualizações eram muito esporádicas e regra geral a descrição das aplicações era muito sucinta. Entretanto foi vendido e o novo dono (ou nova equipa, sinceramente não sei) atacou aquilo em força, remodelou o site, faz actualizações frequentes e dá mais informação sobre as aplicações que refere.

2 - Já que se fala no Cool OS X Apps, aproveito para chamar à atenção para duas aplicações que por lá encontrei. A primeira é o Punakea. Quem já lê isto há uns tempos sabe que eu considero a organização de ficheiros em disco por directorias muito fraco e que defendo um sistema mais "gmail like" ou "iPhoto like", se bem que no caso deste último ache particularmente irritante a insistência em abrir sempre na pasta "Library" que, no meu caso, contém cerca de 6000 fotografias o que o torna muito lento no arranque, pelo menos o Gmail não abre por defeito na pasta "All Mail". Ora o Punakea parece ser uma solução simples para organizar os ficheiros por tags usando ou não directorias separadas.

3 - A seguinte aplicação é ainda mais simples mas, tendo eu um portátil que por omissão está configurado para não gastar muita energia (especialmente quando não está a ser usado) e sendo um utilizador frequente do youtube, estou sempre a tropeçar no problema que esta aplicação resolve. O Caffeine, faz exactamente aquilo que se espera de algo com este nome... impede o computador de adormecer! Quem diz adormecer diz escurecer o ecrã ou arrancar com o screensaver. Há que tempos que tenho (des)esperado por uma aplicação destas!

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Got milk?

Se eu tivesse orçamento, isto faria maravilhas pela arrumação da minha área de trabalho!

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Hit the ground running

Duas maneiras para tentar aumentar a produtividade matinal. A primeira dificilmente resultaria para mim, já que não sou tão "anal retentivo" como o autor do artigo aparenta ser, pela barbinha cortada ao milímetro. Nunca iria conseguir ter as coisas 100% organizadas ao fim de cada dia, esta só mesmo para quem for organizadinho.
A segunda faz mais sentido, se bem que é um pouco evidente, não deixam de ser umas dicas interessantes que podem dar uma ajudinha a fazer mais trabalhando menos!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Fetch(g)mail

Já por diversas vezes pensei que valia a pena ter um backup da minha conta de gmail, das soluções que tenho visto até agora nenhuma me interessou muito. Finalmente encontrei uma forma de o fazer que me agrada, o facto de usar o fetchmail dá-lhe uma flexibilidade que permite uma automatização do processo. O tutorial está orientado para o Windows, mas o fetchmail é evidentemente multiplataforma e fácil de instalar e configurar (daí só se justificar mesmo o tutorial para utilizadores do windows).
Quanto à automatização a que me refiro não é a mesma que está no tutorial, mas aquela que se poderá fazer após isso, tal como arquivar o backup quando chegar ao fim de um ano ou ao tamanho de um DVD/CD por exemplo.

On topic

É verdade! Eu não tinha necessidade nenhuma de publicar este post! Mas a verdade é que não é todos os dias que num blog com esta natureza tenho a oportunidade de falar de banhos sem sair do âmbito do blog!

Rapidwrite, outra aplicação

Ainda há uns dois dias estava de novo a escrever o endereço deste blog na caixa de textos de um comentário que estava a fazer quando me ocorreu que devia haver uma aplicação systemwide que me permitisse escrever um shortcut que seria depois expandido para algo que eu escrevo com frequência ou talvez um auto-complete.
Hoje dei com isto, define shortcuts e o texto opcionalmente formatado correspondente, e é systemwide.

To Hazel or to Folder Actions?

Através deste post no Apple Blog, soube da existência do Hazel.
Utilidades para um software deste tipo, estou a ver várias. Desde o exemplo dado no Apple Blog de organizar automaticamente a directoria de downloads, até automatizar backups.
O registo do software são $16 (segundo o google €12.3143231) o que não é assim tão caro (porém as moedas de €0.0000031 são difíceis de encontrar), mas por outro lado este software na prática não é mais do que um frontend para as folder actions.
As vantagens deste software sobre as folder actions são basicamente duas:
  1. Permite criar listas de regras (e segundo o Apple Blog salvar e usufruir de um repositório público que não consegui encontrar)
  2. Permite organizar e re-aproveitar as ditas listas de regras
  3. Não obriga à aprendizagem de AppleScript, e tem um frontend agradável que não requer a escrita de código

Existe ainda uma última vantagem que não coloquei na lista por ser mais relativa mas a verdade é que ainda só criei uma vez uma folder action para fazer uns backups e não estou a ver para breve a criação de uma para organizar a pasta de downloads, já que não domino o AppleScript e não é uma linguagem que me atraia.
Na prática isto quer dizer que ou eu me resolvo a desembolsar os $16 e passo a ter o disco mais organizado ou continuo a dizer a mim mesmo que posso fazer o mesmo que este software faz com folder actions e acabar por nunca fazer nada.
Nesta equação entra ainda o automator, este software está para as folder actions como o automator está para o Apple Script, o que ameniza bastante a vantagem nº3 já que o automator pode em muitos casos retirar a necessidade de recorrer ao AppleScript para obter os fins desejados.

Daqui a uns dias já devo ter uma resposta a estas questões, por essa altura deixo-as por cá!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Let's DoIt

DoIt, mais uma aplicação que descobri, desta vez através deste artigo/testdrive no 43folders. Parece-me bastante interessante e é freeware.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

I'm IMified

Descobri através do lifehacker um software bastante interessante. Na prática permite-nos utilizar vários serviços web a partir de um bot de instant messenger, suporta vários protocolos, entre eles gtalk, yahoo messenger e msn. Entre os serviços contam-se coisas como o google calendar, o bloger, etc...

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Mudar de e-mail

Já me aconteceu algumas vezes mudar de endereço de e-mail, desde que há muitos anos comprei um netpack daqueles cor-de-laranja e comecei a usar o e-mail associado a essa conta até mudar para a teleweb depois de me ter fartado de ser enganado pela PT e seguintes mudanças, por vários motivos, entre eles o fecho da teleweb e a mudança de banda estreita para banda larga. Estas mudanças de ISP inicialmente originaram mudanças de e-mail, e a consequente confusão advinda de tal mudança. Há alguns anos finalmente criei duas contas de gmail que passaram a ser a minha conta pessoal e que não é suposto vir a mudar tão cedo.
Aqui ficam um link para um artigo com umas dicas para facilitar o trabalho a quem por algum motivo ainda luta com mudanças de e-mails.

11 maneiras de manter o foco....

Aqui há uns tempos fiz aqui um post baseado nas 18 sugestões de Dave Cheong para manter o foco em algo. Desta vez deixo outro link para outro artigo dele, 11 maneiras de manter o foco!
Parece mais do mesmo, mas não é! Enquanto o artigo sobre as 18 maneiras de manter o foco, passe a redundância, foca-se em acções a tomar de modo a tentar manter o foco, o artigo sobre as 11 maneiras refere-se mais à atitude que o próprio deve ter para não se desviar do caminho.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Metadata, how to

Há uns dias falei aqui de classificar os ficheiros com metadata por oposição a criar estruturas de directorias. Entretanto encontrei no lifehacker uma explicação já com alguns meses de como implementar um sistema do género.

Uma ajudinha com os backups

O Mac OS de raiz já traz algumas ferramentas engraçadas para gravar CD/DVD. No lifehacker deixam um link para um programinha de gravações Open Source com um bom set de features.

sábado, 3 de fevereiro de 2007

Gmail Vs Thunderbird

Em linux, eu sou utilizador do Thunderbird, mas desde que tenho um Mac deixei de ver mails no Linux, não por qualquer problema que tivesse, mas pelo facto do Mac ser portátil e dar-me acesso ao Mail onde estiver.
Assim neste momento utilizo duas soluções de e-mail, o Mail.app que já descrevi com algum pormenor, há uns tempos como o uso e o gmail. Confesso que no gmail não tenho um esquema de gestão de mails tão avançado como no Mail.app, apenas cerca de uma dezena de labels e 4 ou 5 regras que classificam automaticamente os mails com alguns desses labels. A restante classificação faço-a manualmente, os mails são mantidos na Inbox enquanto estão unread ou enquanto existir alguma acção associada a eles, assim que nenhuma destas condições seja satisfeita o mail é arquivado.
Em ambas as soluções tenho conseguido manter a Inbox limpa de e-mails. No lifehacker há alguns dias atrás esteve em discussão qual o melhor, Gmail ou Thunderbird, existem várias opiniões, cada um com o seu ponto de vista, é sempre interessante ver as vantagens e desvantagens que cada um encontra em ambos os clientes de e-mail.
Eu pessoalmente optei pelo Mail.app e não pelo Thunderbird porque o Mail.app é mais leve e mais rápido, mais simples e tem melhor integração com o sistema, especialmente com o Apple Address Book. Apesar dessa simplicidade o Mail.app, à boa maneira do Mac OS permite ao utilizador avançado complicar e suporta plugins. Em tempos estive à espera que o Thunderbird suportasse o Apple Address Book, mas actualmente já não trocava de novo para o Thunderbird.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Address Book

O Apple Address Book é uma aplicação muito simples e fácil de usar. Como é hábito nas coisas da Apple está lá e funciona. O meu uso desta aplicação é bastante trivial, sincronizo-o com o telemóvel periodicamente, exporto um backup também periodicamente e infelizmente ainda não automaticamente.
Entretanto há uns tempos tropecei nuns artigos com algumas dicas interessantes sobre esta aplicação. Ainda só li um deles, o mais antigo, mas são três e como corro o risco por falta de tempo acabar por nunca os ler deixo-os já todos aqui hoje.

1º artigo
2º artigo
3º artigo

Ái fotos...

A minha "biblioteca" de fotografias tiradas por mim com máquina digital desde 2002 aproxima-se das 6000 fotografias. Se antes tinha as fotos desorganizadas em directorias numa estrutura tipo /<ano>/<Evento>/ o que tornava impossível encontrar uma fotografia específica, desde que comecei a utilizar Mac OS X passei a utilizar o iPhoto o que amenizou bastante o problema de não encontrar a foto desejada.
Se eu já acho, como se pode ver no post anterior, que para arquivar documentos normais uma estrutura de directorias é muito fraca então para algo como fotografias ainda mais se agrava esta situação. Na estrutura de directorias que falei tudo funciona bem se tirarmos fotografias a meia dúzia de eventos por ano e procurarmos sempre um determinado evento e não "aquela fotografia em tu estás com aquela camisola azul que ficou tão bem". No meu caso então, em que a qualquer momento me dá para pegar na máquina e fotografar qualquer coisa só para ver como sai, muitas fotos não pertencem a um evento específico sequer.

Dentro do iPhoto o sistema de tags nativo é excelente para encontrar qualquer fotografia específica, evento, "rolo" (no iPhoto cada importação gera um conceito de rolo) ou época. Com a ajuda do iPhoto Keyword Assistant então catalogar fotos é um instante. Como truque para manter toda a lib catalogada criei também uma "smart folder" em que a única condição para a fotografia aparecer nessa "smart folder" é não ter nenhuma tag. Assim numa lib que se aproxima das 6000 fotografias terei pouco mais de 200 fotos por classificar.

Claro que esta solução está longe de ser perfeita, e o primeiro defeito é a lentidão que o iPhoto pode apresentar ao abrir quanto carrega a Library onde as fotos são colocadas ao molho. Outro problema é a organização das tags (no iPhoto chamadas keywords). Eu fui mudando o meu método de classificação das fotografias e o que uso actualmente gera um número relativamente grande de tags mas parece-me que não tenho grandes alternativas.
Em termos de tags utilizo a seguinte organização
  • Todas as fotos têm uma tag com o nome de cada uma das pessoas que conheço e que surgem na foto (esta é a regra que faz o número de tags crescer).

  • Todas as fotos têm uma tag com o local onde foram tiradas (regra geral não vou mais longe do que o nome do local, não vou criar uma tag "casa do não sei quantos", basta-me o nome da terra).

  • Alguns eventos especiais também têm direito a tag, por exemplo: Ano Novo, Natal. Se bem que o nome do rolo e no caso das festas sazonais esta informação possa ser redundante

  • Certos subjects têm tags para as classificar, ex: paisagens, insectos, flores, etc...

  • Certas técnicas também têm tags, ex: Macro, Contra-Luz, etc...



A pesquisa também ainda tem muito a evoluir mas este sistema de tags juntamente com as classificações por data automáticas do iPhoto permitem-me encontrar qualquer fotografia em alguns segundos.
Toda esta conversa vem a propósito de ter encontrado um post no lifehacker que me lembrou do tema.

Metadata vs Directorias...

Já há muito que acho que as directorias como "classificadores" de ficheiros estão desactualizadas. Nunca implementei um sistema de tags porque nunca me organizei o suficiente para ter um que considerasse eficiente.
Aqui está um post no "The Apple Blog" que poderá vir a ajudar numa mudança nessa direcção.
Garantidamente na próxima limpeza de disco a sério que fizer um sistema de tags para organizar ficheiros vai ter um papel de destaque, por essa altura eu descreverei o processo e os resultados.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Juro que não recebo comissão...

… mas vou ter que falar de novo no scrivener.
Ontem, após ter feito o tutorial do scrivener e ter concluído que é, a par do Textmate e do Acquisition, um dos softwares mais bem feitos que já vi, tive oportunidade de lhe fazer um “field test”.
Para além da profissão que me escolheu, relacionada com a informática, uma das actividades que desenvolvo há já muitos anos é a de músico amador. Ontem, não exactamente por coincidência já que foi isto que me levou a testar o Scrivener que estava em lista de espera para ser testado, tinha uma letra já com alguns meses para rever e tentar melhorar e já que o Scrivener tinha passado no teste preliminar foi a ferramenta eleita para essa tarefa, normalmente constituída por riscos, rabiscos e setinhas em papel.

A conclusão a que cheguei é que de facto a ferramenta não só promete como cumpre e ainda nos surpreende.
A primeira feature que usei foi o Research para guardar os ficheiros de som onde tinha gravado uma versão rudimentar das várias partes da música. De seguida, passei a letra original do papel para o Scrivener tendo o cuidado de separar cada parte (versos, bridge, refrão, outro). Depois utilizei o campo “Synopsis” para descrever a intenção de cada um dos versos, dos refrões, etc…, nesta faze fiz um Snapshot do projecto. Um Snapshot é uma espécie de save point ao qual posso reverter a qualquer momento. Utilizei de seguida o split para ter o ficheiro de som adequado à parte que estava a rever e o texto ambos visíveis de modo a poder navegar nos dois para poder alterar o que quisesse e ao mesmo tempo verificar se a métrica continuava consistente. Nesta fase descobri que a “Synopsis” era de extrema utilidade para manter o foco em relação à situação que descreve cada fase da letra. Assim que cada parte estava terminada mudava o seu Status para “First Draft” (o que não é de facto verdade já que o verdadeiro first draf estava há meses em papel, este seria mais um first review).
As notas foram utilizadas para registar alterações a fazer aos riffs guardados nos ficheiros de som, anotações e footnotes para diferentes tipos de sugestões para quando chegar à fase dos arranjos.
Estou a pensar ainda hoje fazer o review final à letra de novo com o Scrivener. No final, incluo na exportação só os textos que aprovar, posso a qualquer momento selecciona-los e com o “Edit Scrivenings” ver a letra completa antes dessa exportação.

Duas notas finais, a primeira é que este post foi escrito com o Scrivener usando a “Synopsis” para resumir o objectivo do post e as “Notes” para enumerar os pontos a referir, de novo óptimo para manter o foco. A nota seguinte vai principalmente para os MS fanboys que não são capazes de ouvir falar em texto sem dizer que o Word é que é bom, o Scrivener não é um processador de texto, é uma espécie de área de trabalho para a escrita, a fase de formatação (o Scrivener faz uma pequena parte da formatação, eu diria que aquele tipo de formatação que regra geral se vê nos livros) do texto é posterior e poderá ser feita em Word ou em LaTeX por exemplo.

Se por um lado me sinto mal em gastar dinheiro num software que não sei o número de vezes que vou usar, por outro gostei tanto de o usar que me apetece comprá-lo já!

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Scrivener

Depois de há uns tempos ter lido no 43 folders a opinião do Merlin Mann sobre o "estúdio para escrita" Scrivener fiquei com alguma curiosidade em experimentar o referido software.
De facto, depois de fazer o tutorial que acompanha o editor, fiquei bastante entusiasmado com o software. Vale a pena experimentar a trial que permite utilizar por 30 dias. Mas no meu caso não creio que valha a pena gastar os $34.95 para aquilo que escrevo. Não que seja muito caro, até porque dei mais que isso pelo textmate, só que o textmate é algo que eu uso todos os dias, se eu de facto escrevesse mais do que esporadicamente, como acontece com personagens como o Merlin Mann ou o Pavlina que vivem de escrever nos seus sites ou se fosse escritor de livros ou artigos, de certeza que iria utilizar isto durante uns dias e provavelmente pagar por ele. Assim, parece-me um bom software, mas não se aplica às minhas necessidades.
De qualquer maneira aconselho a que se experimente para ter contacto com os conceitos de organização que eles propõem. Não posso deixar de pensar que ao escrever este post podia utilizar alguns desses conceitos, mas não creio que para um blog como este com a pouca dedicação que me permito ter-lhe justifique o investimento.

No appleblog, surge um artigo que faz uma comparação ao de leve entre algumas aplicações com os mesmos objectivos, entre elas está por lá também o Scrivener (e também o yojimbo se bem que não percebo porquê já que não tem os mesmos objectivos das restantes).

Toma lá outra...

Mais uma dica para o quicksilver.
Se durante uma pesquisa no quicksilver mantivermos a tecla que estamos a "teclar" em baixo a aplicação é lançada sem necessidade de "teclar" enter.

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Terminais, estúpidos!

O slashdot tem um artigo em que refere uma tendência para o regresso aos "dumb terminals". Se bem que este tópico está no limiar mesmo quase a cair fora do âmbito deste blog, era algo que eu tinha que referir.
Há 20 anos não passava pela cabeça de ninguém ter um computador por empregado, entretanto pegou moda e todas as empresas começaram a equipar-se com PC's, mesmo as grandes empresas como os bancos e outros tipos de negócios onde um computador central com "dumb terminals" faz todo o sentido.
Mas eis que ao fim de 20 anos de histerismo alguém se lembra que afinal o que um empresa na realidade precisa é de um terminal que permita ao utilizador fazer trabalho da empresa com o mínimo de interactividade possível com sistemas externos (algumas empresas optam por encher de silicone as entradas USB para evitar o uso de pen's por exemplo) de modo a prevenir fugas de informação ou introdução de elementos nocivos ao sistema.

Olhó robot...

No blog do oficial do google foi publicado o primeiro de uma série de posts sobre como controlar a indexação que é feita pelo googlebot.
Penso que o robots.txt e a sua sintaxe, pelo menos por alto, todos conhecemos, mas existem sempre aquelas dúvidas sobre quais são as directivas que o googlebot reconhece, quais são as que ignora, o mesmo se passa com as meta-tags.
Este primeiro post já tem alguma informação interessante, espero que os que lhe seguem ainda sejam mais eclarecedores.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Agora que penso nisso...

Um artigo com 22 sugestões para manter o cérebro "a andar" (e ainda pode ajudar a perder peso)!

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

22.67Kg de barro

Há bastantes mais áreas da informática (e não só) que poderiam aprender muito com isto.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

"Deslargai-me"...

Este é um dos posts que já tinha aqui em "draft" há uns tempos. Tem a ver com algumas dicas para tentar minimizar interrupções e distracções quando se está a trabalhar!

A dica nº 1 refere algo que já falei num dos posts sobre GTD, a vantagem de ter uma lista do que fazer.

Quanto à nº 2 acredito pouco na sua praticabilidade especialmente num ambiente de trabalho tipicamente português, onde o pessoal não está educado para trabalhar!

A dica nº 4, sobre os filtros do e-mail também é bastante útil, os filtros que uso juntamente com a minha configuração do Mail Act-on também já foram descritos num post anterior, o grande problema é manter os filtros "up to date", especialmente para quem trabalha em muitos projectos pequenos/médios.

Para lidar com o problema que ele tenta resolver na dica nº 5 eu tenho um filtro de mails para trabalho que são processados prioritariamente, os restantes vão sendo despachados quando der jeito.

Atenção à dica número 6: "Set your IM status", o estado deve reflectir de facto a disponibilidade, utilizadores que estão sempre "Busy ou sempre "Away" tendem a que lhes aconteça uma de duas coisas:

  • Tornam o IM inútil porque os seus contactos não sabem quando de facto está Away ou quando está lá mas não quer ser incomodado (deveria estar Busy) e portanto não podem confiar no IM para enviar uma mensagem de facto urgente.
  • Os utilizadores habituam-se a que o estado "Away", "Busy" para aquele contacto significa o mesmo que "Available" já que é sempre esse o seu estado mesmo quando está on-line.

Dá para ver que eu sou defensor do uso correcto dos IM's, penso que a maioria dos utilizadores actualmente deveria mesmo ter formação sobre o uso de IM's para aprender sobre as consequências de um maus uso dos estados.

A dica nº 8 funciona, pude comprová-lo recentemente quando os meus headphones devido a um mau contacto deixaram de servir para ouvir música.

Pessoalmente a dica nº 11 não me agrada, já passo demasiado tempo sentado e fico com demasiada energia acumulada, mesmo sem arranjar mais uma desculpa para estar mais uma hora sentado à frente do computador, se estamos numa situação em que necessitamos de fazer isto, então estamos muito desorganizados. Digo isto porque o trabalhador normal produz muito pouco, eu não sendo um exemplo de organização, consigo ter uma produtividade brutalmente acima do normal devido a desenvolver métodos para me facilitar o trabalho, por isso no dia em que precisar de ficar a trabalhar à hora de almoço deve haver muitos colegas que passam cá as noites todas durante um mês inteiro. A conclusão é que acredito haver sempre maneira de encurtar as tarefas ou organiza-las de modo a não precisar de recorrer a esta solução.

A dica nº 15 é para mim um dos maiores segredos da produtividade para quem trabalha com computadores. Neste aspecto nada se compara a um desktop linux, eu utilizei durante muitos anos o Windowmaker com uma configuração que tentarei descrever aqui num post futuro e por vezes até eu ficava impressionado com a eficiência com que conseguia trabalhar.

O que se tenta evitar no nº16 é um dos maus hábitos que adquiri por utilizar Linux e Mac OS. Especialmente em Linux em que a utilização de múltiplos desktops cada um deles com funções específicas e bem definidas e a configurabilidade dos wm's (no meu caso o Windowmaker) permite mudar de aplicações sem a perda de tempo que o Alt-Tab causa.

Ái o 17... se não consultar durante o dia, o número de títulos nos feeds RSS cresce de tal maneira que não os consigo despachar, eu culpo os sites de notícias genéricas que publicam várias vezes a mesma notícia sobre vários títulos e dividem a notícia em várias, etc..., se alguém me souber indicar um site de notícias genéricas não sensacionalista agradecia (tipo reduzir os títulos de notícias genéricas de 100/dia para 20 ou 30/dia).

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

É rápido e é prateado!

Falo de novo claro do Quicksilver, chegou devagarinho, instalou-se e agora até já pagava por ele se fosse preciso...
Primeiro instalei-o só porque queria um launcher para chegar mais rápido às aplicações que uso com alguma frequência mas não a suficiente para estarem na dock. Depois descobri que podia aceder directa e rapidamente aos detalhes dos contactos do Address Book, gerir múltiplos clipboards, controlar o iTunes, procurar dentro das mais diversas aplicações (por ex. iCal), adicionar ou alterar tarefas dentro de um ficheiro do Kinkless GTD, acrescentar linhas a ficheiros de texto sem os abrir, etc...
Recentemente descobri que posso fazer pesquisas em vários sites web a partir do Quicksilver (google, wikipedia, dictionary.com, youtube, etc...). Já começo a pensar que não há nada que isto não faça.
Uma coisa que não tinha percebido de início e fui percebendo com o uso é que uma chamada normal ao Quicksilver (ctrl-space por omissão) é seguida de 3 passos opcionais:
  1. O sujeito - ou seja o nome da aplicação, website, ficheiro, etc..., numa operação simples não precisamos sequer de passar ao segundo passo já que a opção selecionada é regra geral a que queremos (até porque o quicksilver tem boa memória)
  2. O verbo - a acção a executar, se na primeira caixa estiver o nome de uma aplicação ou ficheiro sem um tipo de acção associado aqui por omissão aparecerá "Open", se tiver um website a que tenha associado a acção pesquisa aqui aparecerá "Search for...", podemos sempre navegar com os cursores para mudar a opção selecionada se existirem outras opções.
  3. Este terceiro caso só aparece em algumas situações, no caso de uma pesquisa na net é onde entramos o texto a pesquisar, no caso de estarmos a introduzir linhas num ficheiro de texto é aqui que procuramos o nome do ficheiro (neste caso inverte-se a situação utilizamos o . para escrever texto puro no primeiro campo "Append To..." no segundo e o nome do ficheiro neste)


Esta "lenga-lenga" sobre o Quicksilver serve um pouco para tentar passar a ideia do que é o Quicksilver, eu tenho reparado que não consigo passar a ideia e já vi que os próprios autores têm essa dificuldade, já que o descrevem como:
A unified, extensible interface for working with
applications, contacts, music, and other data.
Mas a melhor maneira de saber como funciona o Quicksilver é usar, quem tem Mac OS aconselho que instale e experimente, quem não tem, aconselho que investigue e tente descobrir algo parecido para o seu sistema.
De facto é assim tão bom...

Como nota final deixo um link para um telecast sobre os catálogos no Quicksilver, na barra lateral na secção "Related Posts (Theoretically)" existe uma lista de outros screencasts sobre o Quicksilver, possivelmente alguns até mais interessantes do que este como por exemplo este que não sendo tão informativo serve bem para mostrar como pode ser útil.

E eu que só uso o gmail como cliente de e-mail!

Encontrei esta dica sobre como usar o gmail para arquivar ficheiros com drag & drop. O exemplo é feito com "folder actions" e "apple script".

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

GTD

Como referi antes, já tentei com algum sucesso começar a utilizar o sistema GTD para organizar as tarefas que tenho em "fila de espera". Os resultados foram sempre satisfatórios mas a implementação nunca foi a melhor e juntamente com a escolha de software, na altura por conveniência, e que talvez sofra de falta de integração com os meus métodos de trabalho, tenha levado a um fim prematuro. No meu caso específico, talvez uma implementação web funcionasse melhor ou então algo com mais integração com o próprio OS X e com o quicksilver (se bem que o kinkless permitia introdução de tarefas via quicksilver mas de um modo algo complicado).

Ainda não desisti da ideia de voltar a utilizar o GTD, mas gostaria de ultrapassar primeiro alguns problemas que surgem durante a implementação, como por exemplo a questão a que nível de profundidade deve entrar a tarefa no GTD? Ou seja até que ponto devo dividir uma tarefa sem estar a criar trabalho excessivo só de organização de GTD ou até que ponto a tarefa é tão grande que se não for dividida perde o sentido usar o GTD?
Outra questão que se coloca tem a ver com a "tarefa seguinte", toda a filosofia do GTD é aparentemente ( e digo aparentemente porque como disse no post anterior nunca li o livro do David Allen) orientada à "tarefa seguinte". Regra geral as minhas tarefas não parecem ter um encadeamento obrigatório, o que me leva a crer que devo estar a dividir as minhas tarefas talvez a um demasiado alto nível.
Mas mesmo apesar destas falhas, o facto de ter organizado tudo o que tenho para fazer é o suficiente para notar um aumento enorme de productividade consequência talvez de passar a ter uma espécie de mapa do que se vai fazer a seguir, mesmo que as tarefas sejam independentes e não tenham um encadeamento lógico. Penso que este aumento se deve à redução da procrastinação causada pela indecisão sobre o que fazer a seguir que surge normalmente quando temos um grande número de tarefas a realizar.

Outro problema interessante, é colocado aqui. No meu caso este problema não surge entre tarefas, como no caso do autor do artigo, que apesar de não o dizer explicitamente deixa implícito pelo uso da expressão update my "next actions" que utiliza o sistema GTD. No meu caso este problema surge de manhã e em pausas que vou fazendo durante o dia. Ver títulos de RSS, ler os poucos artigos que sobram depois da filtragem de títulos, ler os e-mails, etc... consome mais tempo do que devia. O autor do artigo original pede aos utilizadores sugestões, o que indica que tal como eu detectou o problema mas não tem ainda uma solução.

Já agora, fica a questão, que RSS's nacionais de notícias genéricas costumam subscrever? Tenho tentado utilizar como fontes de notícias nacionais "O Público" e o "Portugal Diário", mas ambos publicam notícias a mais e com frequência ultrapassam os 100 títulos diários cada um. Gostaria de encontrar uma fonte de notícias nacionais que não fosse tão bloated como estes.

E agora por mérito pórprio...

Parece que por sorte ou por azar, tenho vindo a tropeçar com alguma frequência em ferramentas que permitem a utilizadores de Windows fazer algumas coisas semelhantes ao utilizadores de Mac OS X. Desta vez, um ferramenta que entra por mérito próprio, um GTD para aqueles que cometem o duplo pecado de utilizar Windows e Outlook.
Como é evidente não a pude testar.

Quanto ao GTD é daquelas coisas que me deixa sempre a sensação que foi a melhor invenção desde o pão às fatias, especialmente depois de começar a utilizar algum dos softwares que o implementa. Infelizmente, ao fim de algum tempo tenho sempre uma certa tendência para começar a desleixar o seu uso até o arrumar de vez. Existem várias discussões no 43 folders sobre isso e eventualmente conto vir a fazê-lo por aqui. No meu caso específico creio que o facto de não conhecer totalmente a filosofia do GTD pois acabei por nunca ler o livro já que só tive acesso à versão PDF e audio-book, formatos que não me cativam, e o desconhecimento dessa filosofia por trás GTD acabam por ser fatais para um uso continuado.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

A culpa

Sendo um dos objectivos desde blog manter-se o mais genérico possível nos métodos de organização sugeridos ou analizados, não posso deixar de sentir alguma culpa ao verificar que as soluções tendem a ser aplicáveis muitas vezes só a um sistema e esse é normalmente o Mac OS X.
Ainda no post anterior o conceito é genérico e pode ser aplicado em qualquer sistema, mas as ferramentas utilizadas não têm paralelo noutros sistemas, nomeadamente no windows, pelo menos que seja do meu conhecimento. Como exemplos nesse mesmo post, posso apresentar o automator que permite criar workflows de acções de aplicações e scripts, as folder actions que permitem reagir a variadas alterações nas pastas e o applescript que permite uma comunicação não interactiva com o sistema.
Esta tendência é natural já que vai para 7 anos que eu não tenho uma máquina minha a correr Windows. Para me "desculpar" desta falha persistente, publico mais um link para uma ferramenta para windows que está na margem de se inserir no âmbito deste blog. O FileMenu, se bem que é uma ferramenta que permite alterar o context menu em windows e assim trazer à distância de um click acções que podem requerer algum trabalho de outro modo, eu acredito que o uso de teclas é bem mais eficiente que o uso do rato, mesmo assim, fica aqui a dica.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Mais backups

O Martian Lifeboat é mais um software de backups para Mac, engraçado e tal mas não me parece merecedor dos €13.99 que o autor pede.
Então porque o publico aqui? Muito simples, o Martian Lifeboat tem um princípio engraçado e só digo que não vale o dinheiro porque aqui há mais ou menos um ano eu fiz um workflow no automator em 2 minutos que fazia exactamente o mesmo que este software.
Infelizmente, o disco de 300G para onde os meus backups automáticos (e não só backups, alguns dados que não necessitavam de cópias ficavam exclusivamente por lá) iam, findou-se antes do disco onde se encontram os originais.
A solução consistia em utilizar uma coisa chamada folder actions para detectar quando uma certa drive, neste caso o meu disco externo firewire 800, fosse montado e nesse momento correr um workflow que sincroniza o backup com a versão original (sem apagar nada do lado dos backups), o script usava o rsync.
Fazia com isto o backup de todas as fotografias que vou tirando e que já se aproximam das 6 000, das versões tratadas destas fotografias (na prática um backup da lib do iPhoto) e também um backup de toda a minha lib de música.

Posso dizer pela experiência que tive com este sistema que foi uma das melhores e mais práticas soluções de backups que já implementei, funcionava de forma totalmente automática, tendo como ponto fraco a pobre qualidade do hardware actualmente, com especial incidência nos discos rígidos que aparentemente desde que passaram a barreira das 7200 RPM's passaram a ser quase descartáveis.

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Planet Geek

É com prazer que anuncio a associação do repeat until keypressed ao recém lançado blog agregator Planet Geek, em paralelo com vários outros blogs nacionais, escritos em português e não só.

Para aqueles que não conheciam o RUK antes, este centra-se em dois aspectos:
  1. Na organização dentro do computador, a vários níveis, desde a estrutura de ficheiros no filesystem (ou indo até mesmo mais abaixo criticando e opinando sobre o próprio filesystem, sempre a nível de usablidade e não técnico) até métodos de trabalho, basicamente sugestões e dissertações sobre como tentar organizar as coisas de modo a tirar o melhor partido delas com o mínimo gasto de tempo.

  2. A organização do ambiente de trabalho. Esta é uma área sobre a qual me pronuncio menos e sobre a qual regra geral tenho pouco a dizer. Foi incluída no âmbito do blog por dois motivos: Porque poderá eventualmente surgir-me alguma ideia sobre o assunto a qualquer momento; Porque o outro editor deste blog, que acabou por não ter o papel preponderante que se pensou ao início devido à sua pouca disponibilidade (com 1 ou 2 artigos publicados desde a formação do blog há cerca de 4 ou 5 meses) e que é a pessoa que tem sempre ideias mirabolantes envolvendo os mais estranhos objectos, nesta área, resultando em esquemas capazes de causar inveja ao próprio Willy the Coyote.


Não me resta mais nada a explicar, e assim desejo a melhor sorte ao Planet Geek.

Path finder, muito à frente

Este post não era para sair já, ainda tenho muitos drafts mais antigos para editar e publicar, mas devido ao post que publiquei ontem em que referia uma aplicação para windows, penso que se torna pertinente publicar já este post.

Este post refere-se a uma aplicação chamada path finder. Se por um lado a organização dos ficheiros em disco terá um dia de deixar a árvore unidimensional de directórios e ficheiros, a ferramenta para navegação nesse sistema (finder, nautilus, explorer, etc...) também terá que evoluir bastante a partir destes pobres gestores de ficheiros que referi.
Como se pode ver neste vídeo o path finder que como é dito no próprio vídeo mais parece um canivete suíço, tem ar de estar no bom caminho, se bem que evidentemente associado aos actuais sistemas de ficheiros (ao do Mac OS para ser mais exacto que na prática não é diferente dos outros). Gostei especialmente do terminal que se abre na janela actual, mas já que implementa um terminal gostaria de um que pudesse abrir ligações remotas directamente.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

Uma aplicação para windows

Se há dois defeitos que eu claramente detecto neste blog são os seguintes:

  1. Os posts se bem que muitas vezes tentem referir conceitos de aplicação genérica tendem a ter os seus exemplos em aplicações e métodos de trabalho relacionados com o Mac OS X, isto devido ao meu principal computador desktop (que por acaso é um laptop) actual ser baseado neste sistema juntamente com o facto de o meu desktop linux já estar afinado há alguns anos e também com o facto de não usar windows.

  2. Os posts são na sua maioria links para outros sites onde existam artigos ou posts que me pareçam úteis no âmbito deste blog. Isto existe por falta de organização e de tempo da minha parte, e gostaria imenso de aumentar o número de posts em que a minha opinião ou conclusões sobre um determinado tema não estejam associadas à leitura de um artigo ou post externos a este blog.


Mas hoje... eu tenho um link para windows. Evidentemente que não experimentei o programa, não poderia se quisesse, mas é um programa que me faz lembrar alguns que já conhecia para Mac, todos eles pagos, ao contrário deste. Este tipo de software sempre me causou a sensação que rende o investimento de aprender a trabalhar com eles. Penso que a organização de ficheiros em disco de futuro terá que evoluir do pré-histórico esquema de directórios e ficheiros e poderá eventualmente passar por algo deste género.

Lista de aplicações instaladas

A verdade é que este é um problema que não me apoquenta muito, o meu desktop Ubuntu (para quem ficou curioso, para servers utilizo gentoo) tem sobrevivido a um sem número de upgrades entre versões sem me dar problemas e por isso já nem me lembro qual foi a última instalação de raiz que lhe fiz. Já o laptop powerbook foi comprado com o sistema 10.3 e levou até agora 1 upgrade para 10.4, o que faz com que nunca lhe tenha feito uma instalação de raiz.

Mas... o dia há de chegar em que terei que reinstalar um destes sistemas. Quando reinstalar o Linux não deverá haver problemas de maior, já que o modo como é normalmente distribuído facilita a disponibilidade de todo o tipo de software. Já no caso do Mac OS isto não acontece. Existe uma infinidade de pequenos plugins para o Browser, Mail e até para o próprio sistema, várias pequenas (ou não tão pequenas) aplicações auxiliares que se integram com o sistema de tal modo que nos esquecemos que elas estão lá. O problema é que, ao contrário do que acontece no Linux onde o software tem normalmente um repositório centralizado de onde só em casos especiais necessitamos de sair, em Mac (e quem diz Mac diz Windows) estes softwares diversos encontram-se espalhados pela internet e até repositórios de plugins como o Pimp My Safari pouco ajudam.

Esta situação acontece também com os utilizadores de sistemas Windows, se bem que não de uma maneira tão acentuada já que os utilizadores de Windows são normalmente mais resignados ao modo como o sistema funciona e têm regra geral algum medo de instalar software que trabalhe a um nível mais baixo devido às consequências que se sabe que isso acaba por ter em sistemas windows.

Já várias vezes tenho pensado e discutido formas de manter uma lista do software que precisaria instalar caso reinstalasse o sistema de raiz, mas se essa lista estiver dependente da minha actualização manual, dificilmente ela se manterá actualizada. Ainda por cima, para além do factor humano ainda haveria outra causa de falha, é que nem todo o software que eu instalo é indispensável logo nem todo esse software tem que estar na lista!

Isto leva-nos aos links que tenho para mostar. Uma forma muito simples de manter uma lista de parte do software instalado (nos comentários existem algumas outras sugestões engraçadas). Esta solução tem vários problemas, nomeadamente o facto de guardar na lista todo o software instalado (uma solução semelhante para windows seria guardar uma listagem automática da directoria Program Files) e o facto de não guardar a lista de plugins para o safari, mail, finder, spotlight, etc...
De qualquer modo sempre nos dá uma lista para posterior filtragem com uma boa parte do software a instalar.

O outro link é uma maneira alternativa de fazer o mesmo, esta é mais userfriendly mas por outro lado não é tão fácil de adaptar a outros sistemas. Mais uma vez encontram-se algumas opiniões interessantes nos comentários.

Está longe de ficar resolvido o problema, mas ver os métodos que cada um usa para solucionar o problema é um passo em frente para resolver o nosso!

sábado, 6 de janeiro de 2007

Sempre algo a aprender no QuickSilver

Como já referi algumas vezes, o Quicksilver é uma aplicação que considero indispensável para qualquer utilizador de Mac OS X. Infelizmente não conheço nada semelhante para Linux e como há vários anos não utilizo Windows não conheço igualmente nada semelhante para este sistema, mas aconselho os seus utilizadores a verem o que de facto é o Quicksilver e a tentarem encontrar algo semelhante para o seu sistema. O problema é que o Quicksilver faz tanta coisa que se torna difícil compreender o que ele faz sem o utilizar.

Os links neste artigo podem ajudar a compreender o que faz o Quicksilver e para os que já o conhecem, pode mostrar algumas features desconhecidas.

P.S - Um dos links no artigo (Insert Title Blog) é um dead link, mas os restantes estão ok.

Os bookmarks voltam a atacar!

O the apple blog, apresenta a solução encontrada por um dos seus editores para o problema de organização de bookmarks. Agradam-me alguns promenores do sistema utilizado, tais como as pastas READ e REVIEW, se bem que a gestão desta ultima me deixa algumas dúvidas.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Férias

Apesar de parecer abandonado, o Repeat Until Keypressed não o está. Simplesmente dois períodos de férias durante este mês, junto com a azáfama da época e a instalação de dois novos servidores gentoo no trabalho me têm mantido afastado dos posts. Em draft estão perto de uma dezena de artigos à espera que lhes dedique o tempo necessário para os poder publicar.
Se não colocar nenhum post on-line hoje, então só volto a ter acesso a computadores lá para dia 2 e portanto até lá não haverá novidades.

Até lá, bom Ano!!!