Sendo um dos objectivos desde blog manter-se o mais genérico possível nos métodos de organização sugeridos ou analizados, não posso deixar de sentir alguma culpa ao verificar que as soluções tendem a ser aplicáveis muitas vezes só a um sistema e esse é normalmente o Mac OS X.
Ainda no post anterior o conceito é genérico e pode ser aplicado em qualquer sistema, mas as ferramentas utilizadas não têm paralelo noutros sistemas, nomeadamente no windows, pelo menos que seja do meu conhecimento. Como exemplos nesse mesmo post, posso apresentar o automator que permite criar workflows de acções de aplicações e scripts, as folder actions que permitem reagir a variadas alterações nas pastas e o applescript que permite uma comunicação não interactiva com o sistema.
Esta tendência é natural já que vai para 7 anos que eu não tenho uma máquina minha a correr Windows. Para me "desculpar" desta falha persistente, publico mais um link para uma ferramenta para windows que está na margem de se inserir no âmbito deste blog. O FileMenu, se bem que é uma ferramenta que permite alterar o context menu em windows e assim trazer à distância de um click acções que podem requerer algum trabalho de outro modo, eu acredito que o uso de teclas é bem mais eficiente que o uso do rato, mesmo assim, fica aqui a dica.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Mais backups
O Martian Lifeboat é mais um software de backups para Mac, engraçado e tal mas não me parece merecedor dos €13.99 que o autor pede.
Então porque o publico aqui? Muito simples, o Martian Lifeboat tem um princípio engraçado e só digo que não vale o dinheiro porque aqui há mais ou menos um ano eu fiz um workflow no automator em 2 minutos que fazia exactamente o mesmo que este software.
Infelizmente, o disco de 300G para onde os meus backups automáticos (e não só backups, alguns dados que não necessitavam de cópias ficavam exclusivamente por lá) iam, findou-se antes do disco onde se encontram os originais.
A solução consistia em utilizar uma coisa chamada folder actions para detectar quando uma certa drive, neste caso o meu disco externo firewire 800, fosse montado e nesse momento correr um workflow que sincroniza o backup com a versão original (sem apagar nada do lado dos backups), o script usava o rsync.
Fazia com isto o backup de todas as fotografias que vou tirando e que já se aproximam das 6 000, das versões tratadas destas fotografias (na prática um backup da lib do iPhoto) e também um backup de toda a minha lib de música.
Posso dizer pela experiência que tive com este sistema que foi uma das melhores e mais práticas soluções de backups que já implementei, funcionava de forma totalmente automática, tendo como ponto fraco a pobre qualidade do hardware actualmente, com especial incidência nos discos rígidos que aparentemente desde que passaram a barreira das 7200 RPM's passaram a ser quase descartáveis.
Então porque o publico aqui? Muito simples, o Martian Lifeboat tem um princípio engraçado e só digo que não vale o dinheiro porque aqui há mais ou menos um ano eu fiz um workflow no automator em 2 minutos que fazia exactamente o mesmo que este software.
Infelizmente, o disco de 300G para onde os meus backups automáticos (e não só backups, alguns dados que não necessitavam de cópias ficavam exclusivamente por lá) iam, findou-se antes do disco onde se encontram os originais.
A solução consistia em utilizar uma coisa chamada folder actions para detectar quando uma certa drive, neste caso o meu disco externo firewire 800, fosse montado e nesse momento correr um workflow que sincroniza o backup com a versão original (sem apagar nada do lado dos backups), o script usava o rsync.
Fazia com isto o backup de todas as fotografias que vou tirando e que já se aproximam das 6 000, das versões tratadas destas fotografias (na prática um backup da lib do iPhoto) e também um backup de toda a minha lib de música.
Posso dizer pela experiência que tive com este sistema que foi uma das melhores e mais práticas soluções de backups que já implementei, funcionava de forma totalmente automática, tendo como ponto fraco a pobre qualidade do hardware actualmente, com especial incidência nos discos rígidos que aparentemente desde que passaram a barreira das 7200 RPM's passaram a ser quase descartáveis.
terça-feira, 9 de janeiro de 2007
Planet Geek
É com prazer que anuncio a associação do repeat until keypressed ao recém lançado blog agregator Planet Geek, em paralelo com vários outros blogs nacionais, escritos em português e não só.
Para aqueles que não conheciam o RUK antes, este centra-se em dois aspectos:
Não me resta mais nada a explicar, e assim desejo a melhor sorte ao Planet Geek.
Para aqueles que não conheciam o RUK antes, este centra-se em dois aspectos:
- Na organização dentro do computador, a vários níveis, desde a estrutura de ficheiros no filesystem (ou indo até mesmo mais abaixo criticando e opinando sobre o próprio filesystem, sempre a nível de usablidade e não técnico) até métodos de trabalho, basicamente sugestões e dissertações sobre como tentar organizar as coisas de modo a tirar o melhor partido delas com o mínimo gasto de tempo.
- A organização do ambiente de trabalho. Esta é uma área sobre a qual me pronuncio menos e sobre a qual regra geral tenho pouco a dizer. Foi incluída no âmbito do blog por dois motivos: Porque poderá eventualmente surgir-me alguma ideia sobre o assunto a qualquer momento; Porque o outro editor deste blog, que acabou por não ter o papel preponderante que se pensou ao início devido à sua pouca disponibilidade (com 1 ou 2 artigos publicados desde a formação do blog há cerca de 4 ou 5 meses) e que é a pessoa que tem sempre ideias mirabolantes envolvendo os mais estranhos objectos, nesta área, resultando em esquemas capazes de causar inveja ao próprio Willy the Coyote.
Não me resta mais nada a explicar, e assim desejo a melhor sorte ao Planet Geek.
Path finder, muito à frente
Este post não era para sair já, ainda tenho muitos drafts mais antigos para editar e publicar, mas devido ao post que publiquei ontem em que referia uma aplicação para windows, penso que se torna pertinente publicar já este post.
Este post refere-se a uma aplicação chamada path finder. Se por um lado a organização dos ficheiros em disco terá um dia de deixar a árvore unidimensional de directórios e ficheiros, a ferramenta para navegação nesse sistema (finder, nautilus, explorer, etc...) também terá que evoluir bastante a partir destes pobres gestores de ficheiros que referi.
Como se pode ver neste vídeo o path finder que como é dito no próprio vídeo mais parece um canivete suíço, tem ar de estar no bom caminho, se bem que evidentemente associado aos actuais sistemas de ficheiros (ao do Mac OS para ser mais exacto que na prática não é diferente dos outros). Gostei especialmente do terminal que se abre na janela actual, mas já que implementa um terminal gostaria de um que pudesse abrir ligações remotas directamente.
Este post refere-se a uma aplicação chamada path finder. Se por um lado a organização dos ficheiros em disco terá um dia de deixar a árvore unidimensional de directórios e ficheiros, a ferramenta para navegação nesse sistema (finder, nautilus, explorer, etc...) também terá que evoluir bastante a partir destes pobres gestores de ficheiros que referi.
Como se pode ver neste vídeo o path finder que como é dito no próprio vídeo mais parece um canivete suíço, tem ar de estar no bom caminho, se bem que evidentemente associado aos actuais sistemas de ficheiros (ao do Mac OS para ser mais exacto que na prática não é diferente dos outros). Gostei especialmente do terminal que se abre na janela actual, mas já que implementa um terminal gostaria de um que pudesse abrir ligações remotas directamente.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
Uma aplicação para windows
Se há dois defeitos que eu claramente detecto neste blog são os seguintes:
Mas hoje... eu tenho um link para windows. Evidentemente que não experimentei o programa, não poderia se quisesse, mas é um programa que me faz lembrar alguns que já conhecia para Mac, todos eles pagos, ao contrário deste. Este tipo de software sempre me causou a sensação que rende o investimento de aprender a trabalhar com eles. Penso que a organização de ficheiros em disco de futuro terá que evoluir do pré-histórico esquema de directórios e ficheiros e poderá eventualmente passar por algo deste género.
- Os posts se bem que muitas vezes tentem referir conceitos de aplicação genérica tendem a ter os seus exemplos em aplicações e métodos de trabalho relacionados com o Mac OS X, isto devido ao meu principal computador desktop (que por acaso é um laptop) actual ser baseado neste sistema juntamente com o facto de o meu desktop linux já estar afinado há alguns anos e também com o facto de não usar windows.
- Os posts são na sua maioria links para outros sites onde existam artigos ou posts que me pareçam úteis no âmbito deste blog. Isto existe por falta de organização e de tempo da minha parte, e gostaria imenso de aumentar o número de posts em que a minha opinião ou conclusões sobre um determinado tema não estejam associadas à leitura de um artigo ou post externos a este blog.
Mas hoje... eu tenho um link para windows. Evidentemente que não experimentei o programa, não poderia se quisesse, mas é um programa que me faz lembrar alguns que já conhecia para Mac, todos eles pagos, ao contrário deste. Este tipo de software sempre me causou a sensação que rende o investimento de aprender a trabalhar com eles. Penso que a organização de ficheiros em disco de futuro terá que evoluir do pré-histórico esquema de directórios e ficheiros e poderá eventualmente passar por algo deste género.
Lista de aplicações instaladas
A verdade é que este é um problema que não me apoquenta muito, o meu desktop Ubuntu (para quem ficou curioso, para servers utilizo gentoo) tem sobrevivido a um sem número de upgrades entre versões sem me dar problemas e por isso já nem me lembro qual foi a última instalação de raiz que lhe fiz. Já o laptop powerbook foi comprado com o sistema 10.3 e levou até agora 1 upgrade para 10.4, o que faz com que nunca lhe tenha feito uma instalação de raiz.
Mas... o dia há de chegar em que terei que reinstalar um destes sistemas. Quando reinstalar o Linux não deverá haver problemas de maior, já que o modo como é normalmente distribuído facilita a disponibilidade de todo o tipo de software. Já no caso do Mac OS isto não acontece. Existe uma infinidade de pequenos plugins para o Browser, Mail e até para o próprio sistema, várias pequenas (ou não tão pequenas) aplicações auxiliares que se integram com o sistema de tal modo que nos esquecemos que elas estão lá. O problema é que, ao contrário do que acontece no Linux onde o software tem normalmente um repositório centralizado de onde só em casos especiais necessitamos de sair, em Mac (e quem diz Mac diz Windows) estes softwares diversos encontram-se espalhados pela internet e até repositórios de plugins como o Pimp My Safari pouco ajudam.
Esta situação acontece também com os utilizadores de sistemas Windows, se bem que não de uma maneira tão acentuada já que os utilizadores de Windows são normalmente mais resignados ao modo como o sistema funciona e têm regra geral algum medo de instalar software que trabalhe a um nível mais baixo devido às consequências que se sabe que isso acaba por ter em sistemas windows.
Já várias vezes tenho pensado e discutido formas de manter uma lista do software que precisaria instalar caso reinstalasse o sistema de raiz, mas se essa lista estiver dependente da minha actualização manual, dificilmente ela se manterá actualizada. Ainda por cima, para além do factor humano ainda haveria outra causa de falha, é que nem todo o software que eu instalo é indispensável logo nem todo esse software tem que estar na lista!
Isto leva-nos aos links que tenho para mostar. Uma forma muito simples de manter uma lista de parte do software instalado (nos comentários existem algumas outras sugestões engraçadas). Esta solução tem vários problemas, nomeadamente o facto de guardar na lista todo o software instalado (uma solução semelhante para windows seria guardar uma listagem automática da directoria Program Files) e o facto de não guardar a lista de plugins para o safari, mail, finder, spotlight, etc...
De qualquer modo sempre nos dá uma lista para posterior filtragem com uma boa parte do software a instalar.
O outro link é uma maneira alternativa de fazer o mesmo, esta é mais userfriendly mas por outro lado não é tão fácil de adaptar a outros sistemas. Mais uma vez encontram-se algumas opiniões interessantes nos comentários.
Está longe de ficar resolvido o problema, mas ver os métodos que cada um usa para solucionar o problema é um passo em frente para resolver o nosso!
Mas... o dia há de chegar em que terei que reinstalar um destes sistemas. Quando reinstalar o Linux não deverá haver problemas de maior, já que o modo como é normalmente distribuído facilita a disponibilidade de todo o tipo de software. Já no caso do Mac OS isto não acontece. Existe uma infinidade de pequenos plugins para o Browser, Mail e até para o próprio sistema, várias pequenas (ou não tão pequenas) aplicações auxiliares que se integram com o sistema de tal modo que nos esquecemos que elas estão lá. O problema é que, ao contrário do que acontece no Linux onde o software tem normalmente um repositório centralizado de onde só em casos especiais necessitamos de sair, em Mac (e quem diz Mac diz Windows) estes softwares diversos encontram-se espalhados pela internet e até repositórios de plugins como o Pimp My Safari pouco ajudam.
Esta situação acontece também com os utilizadores de sistemas Windows, se bem que não de uma maneira tão acentuada já que os utilizadores de Windows são normalmente mais resignados ao modo como o sistema funciona e têm regra geral algum medo de instalar software que trabalhe a um nível mais baixo devido às consequências que se sabe que isso acaba por ter em sistemas windows.
Já várias vezes tenho pensado e discutido formas de manter uma lista do software que precisaria instalar caso reinstalasse o sistema de raiz, mas se essa lista estiver dependente da minha actualização manual, dificilmente ela se manterá actualizada. Ainda por cima, para além do factor humano ainda haveria outra causa de falha, é que nem todo o software que eu instalo é indispensável logo nem todo esse software tem que estar na lista!
Isto leva-nos aos links que tenho para mostar. Uma forma muito simples de manter uma lista de parte do software instalado (nos comentários existem algumas outras sugestões engraçadas). Esta solução tem vários problemas, nomeadamente o facto de guardar na lista todo o software instalado (uma solução semelhante para windows seria guardar uma listagem automática da directoria Program Files) e o facto de não guardar a lista de plugins para o safari, mail, finder, spotlight, etc...
De qualquer modo sempre nos dá uma lista para posterior filtragem com uma boa parte do software a instalar.
O outro link é uma maneira alternativa de fazer o mesmo, esta é mais userfriendly mas por outro lado não é tão fácil de adaptar a outros sistemas. Mais uma vez encontram-se algumas opiniões interessantes nos comentários.
Está longe de ficar resolvido o problema, mas ver os métodos que cada um usa para solucionar o problema é um passo em frente para resolver o nosso!
sábado, 6 de janeiro de 2007
Sempre algo a aprender no QuickSilver
Como já referi algumas vezes, o Quicksilver é uma aplicação que considero indispensável para qualquer utilizador de Mac OS X. Infelizmente não conheço nada semelhante para Linux e como há vários anos não utilizo Windows não conheço igualmente nada semelhante para este sistema, mas aconselho os seus utilizadores a verem o que de facto é o Quicksilver e a tentarem encontrar algo semelhante para o seu sistema. O problema é que o Quicksilver faz tanta coisa que se torna difícil compreender o que ele faz sem o utilizar.
Os links neste artigo podem ajudar a compreender o que faz o Quicksilver e para os que já o conhecem, pode mostrar algumas features desconhecidas.
P.S - Um dos links no artigo (Insert Title Blog) é um dead link, mas os restantes estão ok.
Os links neste artigo podem ajudar a compreender o que faz o Quicksilver e para os que já o conhecem, pode mostrar algumas features desconhecidas.
P.S - Um dos links no artigo (Insert Title Blog) é um dead link, mas os restantes estão ok.
Os bookmarks voltam a atacar!
O the apple blog, apresenta a solução encontrada por um dos seus editores para o problema de organização de bookmarks. Agradam-me alguns promenores do sistema utilizado, tais como as pastas READ e REVIEW, se bem que a gestão desta ultima me deixa algumas dúvidas.
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
Férias
Apesar de parecer abandonado, o Repeat Until Keypressed não o está. Simplesmente dois períodos de férias durante este mês, junto com a azáfama da época e a instalação de dois novos servidores gentoo no trabalho me têm mantido afastado dos posts. Em draft estão perto de uma dezena de artigos à espera que lhes dedique o tempo necessário para os poder publicar.
Se não colocar nenhum post on-line hoje, então só volto a ter acesso a computadores lá para dia 2 e portanto até lá não haverá novidades.
Até lá, bom Ano!!!
Se não colocar nenhum post on-line hoje, então só volto a ter acesso a computadores lá para dia 2 e portanto até lá não haverá novidades.
Até lá, bom Ano!!!
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
Browsers
Este artigo refere uma situação que me acontece com alguma frequência, e curiosamente com os mesmos resultados.
A verdade é que o camino não tem estado na minha lista de browsers a testar, mas tenho circulado entre o safari, o firefox e o flock sendo que volto sempre ao safari.
A verdade é que para além da velocidade e da não implementação de algumas features standart do sistema que quase todas as aplicações para Mac implementam, sendo que o firefox e o flock são dois dos softwares que as não implementam, não sei o que me leva a regressar sempre ao safari.
A verdade é que o camino não tem estado na minha lista de browsers a testar, mas tenho circulado entre o safari, o firefox e o flock sendo que volto sempre ao safari.
A verdade é que para além da velocidade e da não implementação de algumas features standart do sistema que quase todas as aplicações para Mac implementam, sendo que o firefox e o flock são dois dos softwares que as não implementam, não sei o que me leva a regressar sempre ao safari.
terça-feira, 28 de novembro de 2006
Não fora eu ter dito isto antes...
... e até ia parecer mal, mas o facto é que o meu disco de 300G que servia para guardar backups de informação importante deixou de funcionar. Tal como disse num post há uns tempos, a fiabilidade dos discos está próxima do 0, entretanto já queimei alguma informação importante em DVD não vão os originais dar problemas enquanto o disco de backups está em baixo.
Estou consequentemente a prever farta dissertação sobre backups, formas de os fazer e organizar para breve por aqui...
Estou consequentemente a prever farta dissertação sobre backups, formas de os fazer e organizar para breve por aqui...
terça-feira, 21 de novembro de 2006
Renovar domínios
Um link rápido para uma aplicação que dá jeito a qualquer um que já tenha tido um domínio a expirar-lhe nas mãos. Infelizmente para funcionar de forma automática só com domínios que obtenham resposta num whois, para os outros, a data tem que ser introduzida à mão, o que mesmo assim já não é mau!
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
Mais umas dicas para e-mail
Desta vez são 5 regras para manter a inbox vazia. Embora o meu sistema, que já aqui foi anteriormente descrito (e que entretanto já evoluiu, um pouco como fala a regra nº 5) não siga exactamente estas regras consegue a proeza de manter a inbox limpa quase sempre, já que só lá ficam e-mails que têm que servir de "reminder".
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
Documentos em disco
Este artigo sobre organização de documentos em papel, sugere a utilização de um scaner para manter um arquivo electrónico de todos os documentos que necessitamos de arquivar, e que mantenhamos o dito arquivo organizado remetendo os documentos em papel para caixas organizadas simplesmente por ano.
A ideia pode agradar a alguns mas a mim, não me agrada por aí além, de qualquer modo algumas coisas interessantes conseguem ser retiradas do artigo:
Para mim a solução apresentada, apesar dos pontos positivos, peca por ser demasiadamente "geek", passar documentos para o computador através de um scaner dá tanto ou mais trabalho e consome tanto ou mais tempo do que os colocar num dossier.
O problema de a documentação estar num formato não pesquisavel pode ter um papel importante na utilidade prática deste sistema, se bem que não creio ser impossivel passar os documentos para Postscript ou PDF o que os torna facilmente pesquisaveis, até mesmo pelo spotlight (para o pessoal do Mac). Por outro lado penso que a maior parte da consulta a fazer neste tipo de documentação não necessita de uma pesquisa por keywords no conteúdo mas sim na estrutura de directórios onde este se encontra, sendo que a pesquisa no conteúdo me parece fazer mais sentido para, por exemplo, depois de encontrado um determinado documento confirmar a existência ou não de um certa clausula.
A ideia pode agradar a alguns mas a mim, não me agrada por aí além, de qualquer modo algumas coisas interessantes conseguem ser retiradas do artigo:
- O uso de um sistema tipo subversion para manter ficheiros mesmo os que não são código.
- A organização do filesystem está interessante e pode ser transportada para outros casos.
- O sistema de nomenclatura dos ficheiros também é interessante e partilha uma técnica que eu mesmo utilizo, que é o uso das datas no formato YYYYMMDD (ex: 20061116) para distinguir versões de um mesmo ficheiro garantindo uma ordenação cronológica.
- A directoria "hacks" na estrutura, já perdi a conta ao número de vezes que fiz um script para resolver algum problema e quando volto a precisar dele já não o tenho ou está perdido pelo disco. Também o meu "legacy software" foi todo perdido, os meus primeiros programas, etc... foi tudo à vida já há mais de 10 anos. Com uma solução deste género não há mais código perdido.
Para mim a solução apresentada, apesar dos pontos positivos, peca por ser demasiadamente "geek", passar documentos para o computador através de um scaner dá tanto ou mais trabalho e consome tanto ou mais tempo do que os colocar num dossier.
O problema de a documentação estar num formato não pesquisavel pode ter um papel importante na utilidade prática deste sistema, se bem que não creio ser impossivel passar os documentos para Postscript ou PDF o que os torna facilmente pesquisaveis, até mesmo pelo spotlight (para o pessoal do Mac). Por outro lado penso que a maior parte da consulta a fazer neste tipo de documentação não necessita de uma pesquisa por keywords no conteúdo mas sim na estrutura de directórios onde este se encontra, sendo que a pesquisa no conteúdo me parece fazer mais sentido para, por exemplo, depois de encontrado um determinado documento confirmar a existência ou não de um certa clausula.
Pequenas coisas a fazer
Há alguns meses lembro-me de ter lido num posto no site 43 folders algo sobre o, tipicamente americano, costume de pela altura do ano novo elaborar uma lista de coisas que se gostaria de vir a fazer durante o ano que aí vem. Discutia-se o porquê de essas decisões serem abandonadas ao fim de pouco tempo e técnicas que eventualmente poderiam ajudar a tornar a lista mais fácil de executar.
Ontem, para variar, enviaram-me um link com um texto para ler que me parece que iria dar um bom post para aqui, mas ainda não tive tempo para ler esse texto devido à sua extensão. Tal como aconteceu com esse texto existem uma série de outras tarefas que vão ficando guardadas para fazer "quando tiver tempo" que acabam por nunca ser feitas. Um dos motivos é que quando tenho tempo regra geral não me ocorre sequer fazer essas tarefas e provavelmente mesmo que me lembrasse de as ir fazer, não as faria porque prezo bastante o meu tempo livre. Por outro lado, ao fim de pouco tempo algumas das tarefas tornam-se obsoletas e outras ficam simplesmente esquecidas para sempre.
Uma solução que me ocorreu é manter uma lista escrita de todas essas tarefas e definir um periodo de tempo dentro do qual tem que se despachar pelo menos uma dessas tarefas.
Por exemplo, retirar todas as semanas um item da lista, ou eventualmente se para alguém um item por semana parece muito, porque não de duas em duas semanas, ou de mês a mês! Ler aquele texto provavelmente não me vai custar mais do que 10 ou 15 minutos que não pude dispensar na altura em que o recebi, mas claramente em algum momento durante a semana vou ter 10 minutos que posso optar por lhes dar o uso que bem entender, porque não para ler o dito texto.
Para os mais radicais, podem sempre retirar um item da lista cada vez que se passar o periodo de tempo definido quer tenham ou não feito alguma tarefa, já que as tarefas vão-se tornando obsoletas e não vale a pena manter uma lista de coisas que nuncam vão ser feitas, sendo assim, mais vale começar a limpar a lista. Pode sempre funcionar como pressão psicológica para nos levar a fazer as tarefas que realmente não queremos abandonar.
Ontem, para variar, enviaram-me um link com um texto para ler que me parece que iria dar um bom post para aqui, mas ainda não tive tempo para ler esse texto devido à sua extensão. Tal como aconteceu com esse texto existem uma série de outras tarefas que vão ficando guardadas para fazer "quando tiver tempo" que acabam por nunca ser feitas. Um dos motivos é que quando tenho tempo regra geral não me ocorre sequer fazer essas tarefas e provavelmente mesmo que me lembrasse de as ir fazer, não as faria porque prezo bastante o meu tempo livre. Por outro lado, ao fim de pouco tempo algumas das tarefas tornam-se obsoletas e outras ficam simplesmente esquecidas para sempre.
Uma solução que me ocorreu é manter uma lista escrita de todas essas tarefas e definir um periodo de tempo dentro do qual tem que se despachar pelo menos uma dessas tarefas.
Por exemplo, retirar todas as semanas um item da lista, ou eventualmente se para alguém um item por semana parece muito, porque não de duas em duas semanas, ou de mês a mês! Ler aquele texto provavelmente não me vai custar mais do que 10 ou 15 minutos que não pude dispensar na altura em que o recebi, mas claramente em algum momento durante a semana vou ter 10 minutos que posso optar por lhes dar o uso que bem entender, porque não para ler o dito texto.
Para os mais radicais, podem sempre retirar um item da lista cada vez que se passar o periodo de tempo definido quer tenham ou não feito alguma tarefa, já que as tarefas vão-se tornando obsoletas e não vale a pena manter uma lista de coisas que nuncam vão ser feitas, sendo assim, mais vale começar a limpar a lista. Pode sempre funcionar como pressão psicológica para nos levar a fazer as tarefas que realmente não queremos abandonar.
domingo, 12 de novembro de 2006
A dualidade do Wiki
Creio que não há quem tenha trabalhado em desenvolvimento de software que não fique com a sensação que a ideia do wiki descrita no post anterior só pode ser boa.
Por outro lado fico com dúvidas sobre como aplicar uma solução deste género, como classificar o que merece uma página sua ou o que merece um parágrafo num tópico mais abrangente, etc...
Outra dificuldade será a de conseguir levar os restantes colegas a utilizar o wiki caso contrário este torna-se totalmente inútil.
Por outro lado fico com dúvidas sobre como aplicar uma solução deste género, como classificar o que merece uma página sua ou o que merece um parágrafo num tópico mais abrangente, etc...
Outra dificuldade será a de conseguir levar os restantes colegas a utilizar o wiki caso contrário este torna-se totalmente inútil.
sábado, 11 de novembro de 2006
Ferramentas de trabalho.
Mais um link para um dos sítios do costume. Desta vez é um artigo sobre ferramentas de trabalho. Algumas delas servem principalmente para resolver algumas questões relacionadas com a distância entre os vários colaboradores, mas outras parecem-me interessantes mesmo para aqueles que trabalham todos na mesma sala.
As duas soluções que me pareceram mais interessantes foram:
As duas soluções que me pareceram mais interessantes foram:
- O uso de um wiki para manter documentação e para servir de "memória" para as decisões tomadas. No artigo é sugerido o uso do MediaWiki, mas após alguma investigação pareceu-me melhor opção o PmWiki, que tem uma lista interessante de features, suporta plugins, skins e tem uma gestão de direitos mais elaborada e "user friendly" que o MediaWiki, e penso que para uso numa empresa a facilidade de limitação de leitura de alguma documentação a quem não deve é um factor muito importante, em oposição ao que acontece no MediaWiki que tem o seu desenvolvimento trilhado pelas necessidades da wikipedia que são claramente diferentes das requeridas para esta situação.
- O uso do Google Calendar para marcar férias. Numa pequena/média empresa ou num departamento numa empresa grande, a marcação de férias requer coordenação com os restantes colegas e é importante também saber quando é que um certo colega não vai estar presente. O uso de um aplicação tipo google calendar tem várias vantagens, tais como a possibilidade de notificações, consulta fácil e em qualquer lugar com um acesso à internet, facilidade de alteração, etc...
sexta-feira, 3 de novembro de 2006
Recuperar discos avariados
Penso que é mais ou menos consensual que os discos hoje em dia são maus! Eu diria que se estivermos a pagar fiabilidade, eles não valem o preço da etiqueta usada para marcar o preço, passe a redundância.
Graças a este facto já apanhei alguns sustos, sendo que no maior deles só por ter acidentalmente duplicado o directorio onde tinha todas as fotos que tirei com a minha máquina digital noutro disco é que me salvou de as perder todas.
Devido a isso passei a utilizar um sistema de backups, que descreverei num post brevemente e que ainda está em evolução para tentar chegar a um ponto onde seja linear encontrar algo que tenha sido arquivado há já algum tempo.
Entretanto, este post serve para chamar à atenção para uma dica de como tentar salvar um disco.
Graças a este facto já apanhei alguns sustos, sendo que no maior deles só por ter acidentalmente duplicado o directorio onde tinha todas as fotos que tirei com a minha máquina digital noutro disco é que me salvou de as perder todas.
Devido a isso passei a utilizar um sistema de backups, que descreverei num post brevemente e que ainda está em evolução para tentar chegar a um ponto onde seja linear encontrar algo que tenha sido arquivado há já algum tempo.
Entretanto, este post serve para chamar à atenção para uma dica de como tentar salvar um disco.
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
Só para os meninos do Mac
Uma dica sobre Auto-Completion a nível do sistema no Mac OS X.
Em input boxes Cocoa ESC e F5 abrem um drop-down com palavras do dicionário do sistema para completar o que estamos a escrever.
Em input boxes Cocoa ESC e F5 abrem um drop-down com palavras do dicionário do sistema para completar o que estamos a escrever.
My Downloads
A pasta onde guardo os downloads é das "zonas" mais desorganizadas do meu disco, que, infelizmente, só por si já não é um exemplo de organização.
O problema é que ficheiros de todos os tipos se acumulam por ali sem critério, os browsers agora tendem a ter uma opção, irresistível para mim, que é a pasta default de downloads, onde coloca todos os ficheiros sem perguntar antes. Criar sub-pastas para tipos de ficheiros penso não ser boa opção porque claramente não vou estar a navegar para trás e para a frente pelo disco a cada download e as coisas iam ficar todas na mesma, sendo que assim pelo menos não tenho o trabalho de carregar no OK para confirmar que o ficheiro vai para o mesmo sítio para onde vão os outros todos, como acontecia antes dos browsers terem esta opção.
Para mim parece-me que existem duas soluções que poderiam funcionar e talvez reduzir um pouco o caos que se cria nesta directoria.
O problema é que ficheiros de todos os tipos se acumulam por ali sem critério, os browsers agora tendem a ter uma opção, irresistível para mim, que é a pasta default de downloads, onde coloca todos os ficheiros sem perguntar antes. Criar sub-pastas para tipos de ficheiros penso não ser boa opção porque claramente não vou estar a navegar para trás e para a frente pelo disco a cada download e as coisas iam ficar todas na mesma, sendo que assim pelo menos não tenho o trabalho de carregar no OK para confirmar que o ficheiro vai para o mesmo sítio para onde vão os outros todos, como acontecia antes dos browsers terem esta opção.
Para mim parece-me que existem duas soluções que poderiam funcionar e talvez reduzir um pouco o caos que se cria nesta directoria.
- Os browsers salvarem os ficheiros por default em directorias diferentes consoante os seus "file types", penso que existe um plugin para o Firefox que faz isto, já não o experimento há alguns anos mas na altura não funcionava nada bem.
- Outra solução menos prática seria a caixa de diálogo abrir sempre numa certa directoria e não memorizar a última para onde salvamos alguma coisa, dentro dessa directoria criar-se-iam então varias sub-directorias para os tipos de ficheiros. Esta solução implicaria mais um click do que a solução anterior.
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